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quarta-feira, 10 de março de 2010

Carta do Presidente Uribe ao Notalatina

PARABÉNS Graça Salgueiro! É um diploma para esfregar na testa dos jornalistas chapa-branca brasileiros. Quiça um dia, tenhamos por aqui um "Uribe" Brasileiro.




Carta do Presidente Uribe ao Notalatina

Não é todo dia que o Notalatina recebe uma carta de reconhecimento público pelo trabalho que desenvolvo há quase 8 anos mas, hoje, quero dividir com meus leitores e amigos uma muito especial que acabei de receber.
Tenho a gratíssima satisfação de publicar uma carta que recebi emocionada do presidente da Colômbia, Dr. Álvaro Uribe Vélez, que traduzo abaixo e que pode ser lida no original ao fim desta edição.
Sinto-me extremamente honrada com a deferência vinda de um grande homem, verdadeiramente democrata, conservador e cristão, como é o presidente Uribe.
Fiquem com Deus e até a próxima!



*****



Álvaro Uribe Vélez
Presidente da República da Colômbia
Bogotá D. C., 1º de março de 2010
Jornalista
*GRACIA SALGUEIRO
Apreciada doutora Gracia:
Felicito-a pela visão integral que você tem dado à política de Segurança Democrática. Quão importante que a opinião pública internacional conte com a informação que de maneira valorosa, profunda e crítica você desenvolve em seu blog Notalatina, sobre temas tão sensíveis para a região.
Creio que, graças a jornalistas como você, estimada Gracia, os povos dos países vizinhos estão compreendendo mais a idéia de que a nossa, é uma luta contra o terrorismo que é também seu inimigo.
Obrigado, em nome dos milhões de colombianos que trabalham sem descanso pelo fortalecimento de nossa democracia, pelo crescimento econômico e pela coesão social.
(Segue assinatura)
* Os povos de língua espanhola não conseguem pronunciar “Graça”, por isso todos me chamam de “Gracia”.



Traduções e comentários: G. Salgueiro




Carta do Presidente Uribe ao Notalatina

PARABÉNS Graça Salgueiro! É um diploma para esfregar na testa dos jornalistas chapa-branca brasileiros. Quiça um dia, tenhamos por aqui um "Uribe" Brasileiro.




Carta do Presidente Uribe ao Notalatina

Não é todo dia que o Notalatina recebe uma carta de reconhecimento público pelo trabalho que desenvolvo há quase 8 anos mas, hoje, quero dividir com meus leitores e amigos uma muito especial que acabei de receber.
Tenho a gratíssima satisfação de publicar uma carta que recebi emocionada do presidente da Colômbia, Dr. Álvaro Uribe Vélez, que traduzo abaixo e que pode ser lida no original ao fim desta edição.
Sinto-me extremamente honrada com a deferência vinda de um grande homem, verdadeiramente democrata, conservador e cristão, como é o presidente Uribe.
Fiquem com Deus e até a próxima!



*****



Álvaro Uribe Vélez
Presidente da República da Colômbia
Bogotá D. C., 1º de março de 2010
Jornalista
*GRACIA SALGUEIRO
Apreciada doutora Gracia:
Felicito-a pela visão integral que você tem dado à política de Segurança Democrática. Quão importante que a opinião pública internacional conte com a informação que de maneira valorosa, profunda e crítica você desenvolve em seu blog Notalatina, sobre temas tão sensíveis para a região.
Creio que, graças a jornalistas como você, estimada Gracia, os povos dos países vizinhos estão compreendendo mais a idéia de que a nossa, é uma luta contra o terrorismo que é também seu inimigo.
Obrigado, em nome dos milhões de colombianos que trabalham sem descanso pelo fortalecimento de nossa democracia, pelo crescimento econômico e pela coesão social.
(Segue assinatura)
* Os povos de língua espanhola não conseguem pronunciar “Graça”, por isso todos me chamam de “Gracia”.



Traduções e comentários: G. Salgueiro




Carta do Presidente Uribe ao Notalatina

PARABÉNS Graça Salgueiro! É um diploma para esfregar na testa dos jornalistas chapa-branca brasileiros. Quiça um dia, tenhamos por aqui um "Uribe" Brasileiro.




Carta do Presidente Uribe ao Notalatina

Não é todo dia que o Notalatina recebe uma carta de reconhecimento público pelo trabalho que desenvolvo há quase 8 anos mas, hoje, quero dividir com meus leitores e amigos uma muito especial que acabei de receber.
Tenho a gratíssima satisfação de publicar uma carta que recebi emocionada do presidente da Colômbia, Dr. Álvaro Uribe Vélez, que traduzo abaixo e que pode ser lida no original ao fim desta edição.
Sinto-me extremamente honrada com a deferência vinda de um grande homem, verdadeiramente democrata, conservador e cristão, como é o presidente Uribe.
Fiquem com Deus e até a próxima!



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Álvaro Uribe Vélez
Presidente da República da Colômbia
Bogotá D. C., 1º de março de 2010
Jornalista
*GRACIA SALGUEIRO
Apreciada doutora Gracia:
Felicito-a pela visão integral que você tem dado à política de Segurança Democrática. Quão importante que a opinião pública internacional conte com a informação que de maneira valorosa, profunda e crítica você desenvolve em seu blog Notalatina, sobre temas tão sensíveis para a região.
Creio que, graças a jornalistas como você, estimada Gracia, os povos dos países vizinhos estão compreendendo mais a idéia de que a nossa, é uma luta contra o terrorismo que é também seu inimigo.
Obrigado, em nome dos milhões de colombianos que trabalham sem descanso pelo fortalecimento de nossa democracia, pelo crescimento econômico e pela coesão social.
(Segue assinatura)
* Os povos de língua espanhola não conseguem pronunciar “Graça”, por isso todos me chamam de “Gracia”.



Traduções e comentários: G. Salgueiro




segunda-feira, 8 de março de 2010

Aldo Rebelo e a "Ditadura Rural"

O Deputado do PCdoB-SP, Aldo Rebelo, relator das mudanças no Código Florestal, é o mais importante representante de uma quase extinta inteligente esquerda no Brasil, nacionalista e que não está mentalmente escravizada pelo globalismo. Aldo Rebelo foi um dos personagens que mais combateu a implantação da Reserva Raposa do Sol e um dos mais brilhantes palestrantes do seminário "A realidade da Amazônia – Soberania ameaçada, farsa?".

Em entrevista ao Canal Livre da Band, o "comunista" Aldo Rebelo comenta as mudanças no Código Florestal e põe as claras a "ecopilantragem" e o servilismo atual do ambientalismo brasileiro aos interesses das ONGs internacionais no setor rural.


Parte 01/06



Parte 02/06



Parte 03/06



Parte 04/06



Parte 05/06



Parte 06/06




.

Aldo Rebelo e a "Ditadura Rural"

O Deputado do PCdoB-SP, Aldo Rebelo, relator das mudanças no Código Florestal, é o mais importante representante de uma quase extinta inteligente esquerda no Brasil, nacionalista e que não está mentalmente escravizada pelo globalismo. Aldo Rebelo foi um dos personagens que mais combateu a implantação da Reserva Raposa do Sol e um dos mais brilhantes palestrantes do seminário "A realidade da Amazônia – Soberania ameaçada, farsa?".

Em entrevista ao Canal Livre da Band, o "comunista" Aldo Rebelo comenta as mudanças no Código Florestal e põe as claras a "ecopilantragem" e o servilismo atual do ambientalismo brasileiro aos interesses das ONGs internacionais no setor rural.


Parte 01/06



Parte 02/06



Parte 03/06



Parte 04/06



Parte 05/06



Parte 06/06




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Aldo Rebelo e a "Ditadura Rural"

O Deputado do PCdoB-SP, Aldo Rebelo, relator das mudanças no Código Florestal, é o mais importante representante de uma quase extinta inteligente esquerda no Brasil, nacionalista e que não está mentalmente escravizada pelo globalismo. Aldo Rebelo foi um dos personagens que mais combateu a implantação da Reserva Raposa do Sol e um dos mais brilhantes palestrantes do seminário "A realidade da Amazônia – Soberania ameaçada, farsa?".

Em entrevista ao Canal Livre da Band, o "comunista" Aldo Rebelo comenta as mudanças no Código Florestal e põe as claras a "ecopilantragem" e o servilismo atual do ambientalismo brasileiro aos interesses das ONGs internacionais no setor rural.


Parte 01/06



Parte 02/06



Parte 03/06



Parte 04/06



Parte 05/06



Parte 06/06




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segunda-feira, 1 de março de 2010

Instituto Federalista RS visita o Grão Mestre

Dentro dos objetivos do Instituto Federalista RS, de criar e fortalecer parcerias produtivas no tocante a divulgação do federalismo, representantes do Instituto estiverem reunidos com o Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Rio Grande do Sul, Gilberto Mussi, no dia 24 de fevereiro, em seu Gabinete na Grande Loja.

Os representantes do Instituto no RS, que estavam presentes na reunião, Cezar Roedel (Cônsul Federalista) e Auri Rodrigues, juntamente com o Presidente Nacional, Thomas Korontai –iniciaram na oportunidade um diálogo mais próximo com a Instituição, que vem reunindo esforços para promover uma reforma no “pacto federativo” junto a sociedade.

No dia 04 de novembro de 2009, a Maçonaria Unida do RS (Grande Loja do Rio Grande do Sul, Grande Oriente do Rio Grande do Sul e Grande Oriente do Brasil RS), promoveram evento na Assembléia Legislativa do Estado para debater a reforma do pacto federativo, abrindo um importante precedente na história do Rio Grande do Sul, que sempre teve uma forte ligação com o federalismo.

De acordo com o Cônsul do Instituto Federalista RS, Cezar Roedel, “a abertura de diálogo com instituições que divulgam e promovem a importância do federalismo, é fundamentalmente estratégico para a consolidação do Instituto no RS”.

Thomas Korontai, Presidente do Instituto em nível nacional, ressaltou o quão importante é para o Brasil, que o Rio Grande do Sul inicie este debate sobre o federalismo e congratulou a Maçonaria Gaúcha ao também promover este debate na sociedade”. Destacou também que o movimento desperta a consciência da necessidade de uma reengenharia do modelo de Estado Brasileiro, abrindo o caminho para um federalismo mais amplo, através do qual, “cada estado e município tenham seus próprios bolos, produzidos com suas próprias receitas, e o Governo Central o seu, pois não há mais como continuar disputando migalhas do grande bolo central, já que concentra cerca de 75% de toda a arrecadação nacional.
Informativo de 27/02/2010 do Instituto Federalista


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Instituto Federalista RS visita o Grão Mestre

Dentro dos objetivos do Instituto Federalista RS, de criar e fortalecer parcerias produtivas no tocante a divulgação do federalismo, representantes do Instituto estiverem reunidos com o Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Rio Grande do Sul, Gilberto Mussi, no dia 24 de fevereiro, em seu Gabinete na Grande Loja.

Os representantes do Instituto no RS, que estavam presentes na reunião, Cezar Roedel (Cônsul Federalista) e Auri Rodrigues, juntamente com o Presidente Nacional, Thomas Korontai –iniciaram na oportunidade um diálogo mais próximo com a Instituição, que vem reunindo esforços para promover uma reforma no “pacto federativo” junto a sociedade.

No dia 04 de novembro de 2009, a Maçonaria Unida do RS (Grande Loja do Rio Grande do Sul, Grande Oriente do Rio Grande do Sul e Grande Oriente do Brasil RS), promoveram evento na Assembléia Legislativa do Estado para debater a reforma do pacto federativo, abrindo um importante precedente na história do Rio Grande do Sul, que sempre teve uma forte ligação com o federalismo.

De acordo com o Cônsul do Instituto Federalista RS, Cezar Roedel, “a abertura de diálogo com instituições que divulgam e promovem a importância do federalismo, é fundamentalmente estratégico para a consolidação do Instituto no RS”.

Thomas Korontai, Presidente do Instituto em nível nacional, ressaltou o quão importante é para o Brasil, que o Rio Grande do Sul inicie este debate sobre o federalismo e congratulou a Maçonaria Gaúcha ao também promover este debate na sociedade”. Destacou também que o movimento desperta a consciência da necessidade de uma reengenharia do modelo de Estado Brasileiro, abrindo o caminho para um federalismo mais amplo, através do qual, “cada estado e município tenham seus próprios bolos, produzidos com suas próprias receitas, e o Governo Central o seu, pois não há mais como continuar disputando migalhas do grande bolo central, já que concentra cerca de 75% de toda a arrecadação nacional.
Informativo de 27/02/2010 do Instituto Federalista


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Instituto Federalista RS visita o Grão Mestre

Dentro dos objetivos do Instituto Federalista RS, de criar e fortalecer parcerias produtivas no tocante a divulgação do federalismo, representantes do Instituto estiverem reunidos com o Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Rio Grande do Sul, Gilberto Mussi, no dia 24 de fevereiro, em seu Gabinete na Grande Loja.

Os representantes do Instituto no RS, que estavam presentes na reunião, Cezar Roedel (Cônsul Federalista) e Auri Rodrigues, juntamente com o Presidente Nacional, Thomas Korontai –iniciaram na oportunidade um diálogo mais próximo com a Instituição, que vem reunindo esforços para promover uma reforma no “pacto federativo” junto a sociedade.

No dia 04 de novembro de 2009, a Maçonaria Unida do RS (Grande Loja do Rio Grande do Sul, Grande Oriente do Rio Grande do Sul e Grande Oriente do Brasil RS), promoveram evento na Assembléia Legislativa do Estado para debater a reforma do pacto federativo, abrindo um importante precedente na história do Rio Grande do Sul, que sempre teve uma forte ligação com o federalismo.

De acordo com o Cônsul do Instituto Federalista RS, Cezar Roedel, “a abertura de diálogo com instituições que divulgam e promovem a importância do federalismo, é fundamentalmente estratégico para a consolidação do Instituto no RS”.

Thomas Korontai, Presidente do Instituto em nível nacional, ressaltou o quão importante é para o Brasil, que o Rio Grande do Sul inicie este debate sobre o federalismo e congratulou a Maçonaria Gaúcha ao também promover este debate na sociedade”. Destacou também que o movimento desperta a consciência da necessidade de uma reengenharia do modelo de Estado Brasileiro, abrindo o caminho para um federalismo mais amplo, através do qual, “cada estado e município tenham seus próprios bolos, produzidos com suas próprias receitas, e o Governo Central o seu, pois não há mais como continuar disputando migalhas do grande bolo central, já que concentra cerca de 75% de toda a arrecadação nacional.
Informativo de 27/02/2010 do Instituto Federalista


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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Hugo Chávez e Álvaro Uribe brigam durante cúpula no México


Sea varón, quédese aquí y hablemos de frente, porque usted a veces insulta en la distancia” (Uribe)



Se Agarraron Uribe Y Chávez

Un reclamo del presidente Uribe a su colega venezolano Hugo Chávez, por el embargo comercial contra Colombia, hizo que éste le contestara diciendo que desde aquí lo querían asesinar e insinuó que Uribe tenía que ver algo con ello.
“Vete al carajo”, le gritó Chávez a Uribe en el momento en que éste quiso interrumpirlo.
Cuando Chávez intentó retirarse, Uribe le dijo: “¡Sea varón, quédese aquí y hablemos de frente, porque usted a veces insulta en la distancia”. Y el presidente venezolano se quedó. La situación estuvo tan tensa que falto poco para que se fueran a las manos, según algunas versiones.
Todo paso al mediodía de ayer en la cumbre del Grupo de Río, que se realiza en Cancún (México). Anoche, Uribe y Chávez aceptaron conformar un grupo de países amigos que ayude a ambos gobiernos a superar las diferencias tras el duro altercado. .
El Tiempo


Hugo Chávez e Álvaro Uribe brigam durante cúpula no México
O presidente da Venezuela ameaçou deixar a cúpula de países da América Latina e do Caribe, após uma discussão na qual o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, comparou o tratamento dado por Chávez às empresas colombianas com o bloqueio americanpo a Cuba.

A discussão, durante um almoço fechado entre os 25 chefes de Estado e de Governo que participam da reunião, no balneário de Cancún, ameaça manchar o discurso de unidade vendido pelo anfitrião da cúpula, o presidente do México, Felipe Calderón.
Após Uribe reclamar do tratamento dado pela Venezuela às empresas colombianas, Chávez teria argumentado que o comércio entre os dois países cresceu oito vezes desde que ele chegou ao poder, em 1999.
Segundo fontes presentes no almoço, a discussão subiu de tom quando Uribe interrompeu a explicação de Chávez, que teria então soltado um palavrão e exigido que o colega o deixasse terminar de falar.
Segundo o relato de uma fonte colombiana à agência France Presse, Chávez teria acusado Uribe de planejar seu assassinato por um esquadrão paramilitar e fez menção de deixar o encontro.
Uribe teria então gritado: "Seja homem! Estas questões devem ser discutidas nestes fóruns. Você é muito corajoso para falar as coisas à distância, mas um covarde quando é para falar as coisas na cara".
A discussão teria sido apartada com uma intervenção do presidente de Cuba, Raúl Castro.
Calderón comentou as discussões em uma entrevista pela tarde e disse que os dois países “concordaram em conduzir as diferenças com um diálogo amistoso”.
Segundo ele, também houve um acordo para criar um grupo de países amigos para ajudar a Venezuela e a Colômbia a eliminar suas diferenças, formado por Brasil, Argentina, República Dominicana e México.
A crise diplomática entre a Colômbia e a Venezuela teve seu auge em 2008, quando o governo colombiano bombardeou um acampamento das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, e voltou a se intensificar no ano passado, com a autorização da Colômbia para que os Estados Unidos instalem bases militares no seu território.
Diário do Comércio



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Hugo Chávez e Álvaro Uribe brigam durante cúpula no México


Sea varón, quédese aquí y hablemos de frente, porque usted a veces insulta en la distancia” (Uribe)



Se Agarraron Uribe Y Chávez

Un reclamo del presidente Uribe a su colega venezolano Hugo Chávez, por el embargo comercial contra Colombia, hizo que éste le contestara diciendo que desde aquí lo querían asesinar e insinuó que Uribe tenía que ver algo con ello.
“Vete al carajo”, le gritó Chávez a Uribe en el momento en que éste quiso interrumpirlo.
Cuando Chávez intentó retirarse, Uribe le dijo: “¡Sea varón, quédese aquí y hablemos de frente, porque usted a veces insulta en la distancia”. Y el presidente venezolano se quedó. La situación estuvo tan tensa que falto poco para que se fueran a las manos, según algunas versiones.
Todo paso al mediodía de ayer en la cumbre del Grupo de Río, que se realiza en Cancún (México). Anoche, Uribe y Chávez aceptaron conformar un grupo de países amigos que ayude a ambos gobiernos a superar las diferencias tras el duro altercado. .
El Tiempo


Hugo Chávez e Álvaro Uribe brigam durante cúpula no México
O presidente da Venezuela ameaçou deixar a cúpula de países da América Latina e do Caribe, após uma discussão na qual o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, comparou o tratamento dado por Chávez às empresas colombianas com o bloqueio americanpo a Cuba.

A discussão, durante um almoço fechado entre os 25 chefes de Estado e de Governo que participam da reunião, no balneário de Cancún, ameaça manchar o discurso de unidade vendido pelo anfitrião da cúpula, o presidente do México, Felipe Calderón.
Após Uribe reclamar do tratamento dado pela Venezuela às empresas colombianas, Chávez teria argumentado que o comércio entre os dois países cresceu oito vezes desde que ele chegou ao poder, em 1999.
Segundo fontes presentes no almoço, a discussão subiu de tom quando Uribe interrompeu a explicação de Chávez, que teria então soltado um palavrão e exigido que o colega o deixasse terminar de falar.
Segundo o relato de uma fonte colombiana à agência France Presse, Chávez teria acusado Uribe de planejar seu assassinato por um esquadrão paramilitar e fez menção de deixar o encontro.
Uribe teria então gritado: "Seja homem! Estas questões devem ser discutidas nestes fóruns. Você é muito corajoso para falar as coisas à distância, mas um covarde quando é para falar as coisas na cara".
A discussão teria sido apartada com uma intervenção do presidente de Cuba, Raúl Castro.
Calderón comentou as discussões em uma entrevista pela tarde e disse que os dois países “concordaram em conduzir as diferenças com um diálogo amistoso”.
Segundo ele, também houve um acordo para criar um grupo de países amigos para ajudar a Venezuela e a Colômbia a eliminar suas diferenças, formado por Brasil, Argentina, República Dominicana e México.
A crise diplomática entre a Colômbia e a Venezuela teve seu auge em 2008, quando o governo colombiano bombardeou um acampamento das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, e voltou a se intensificar no ano passado, com a autorização da Colômbia para que os Estados Unidos instalem bases militares no seu território.
Diário do Comércio



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Hugo Chávez e Álvaro Uribe brigam durante cúpula no México


Sea varón, quédese aquí y hablemos de frente, porque usted a veces insulta en la distancia” (Uribe)



Se Agarraron Uribe Y Chávez

Un reclamo del presidente Uribe a su colega venezolano Hugo Chávez, por el embargo comercial contra Colombia, hizo que éste le contestara diciendo que desde aquí lo querían asesinar e insinuó que Uribe tenía que ver algo con ello.
“Vete al carajo”, le gritó Chávez a Uribe en el momento en que éste quiso interrumpirlo.
Cuando Chávez intentó retirarse, Uribe le dijo: “¡Sea varón, quédese aquí y hablemos de frente, porque usted a veces insulta en la distancia”. Y el presidente venezolano se quedó. La situación estuvo tan tensa que falto poco para que se fueran a las manos, según algunas versiones.
Todo paso al mediodía de ayer en la cumbre del Grupo de Río, que se realiza en Cancún (México). Anoche, Uribe y Chávez aceptaron conformar un grupo de países amigos que ayude a ambos gobiernos a superar las diferencias tras el duro altercado. .
El Tiempo


Hugo Chávez e Álvaro Uribe brigam durante cúpula no México
O presidente da Venezuela ameaçou deixar a cúpula de países da América Latina e do Caribe, após uma discussão na qual o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, comparou o tratamento dado por Chávez às empresas colombianas com o bloqueio americanpo a Cuba.

A discussão, durante um almoço fechado entre os 25 chefes de Estado e de Governo que participam da reunião, no balneário de Cancún, ameaça manchar o discurso de unidade vendido pelo anfitrião da cúpula, o presidente do México, Felipe Calderón.
Após Uribe reclamar do tratamento dado pela Venezuela às empresas colombianas, Chávez teria argumentado que o comércio entre os dois países cresceu oito vezes desde que ele chegou ao poder, em 1999.
Segundo fontes presentes no almoço, a discussão subiu de tom quando Uribe interrompeu a explicação de Chávez, que teria então soltado um palavrão e exigido que o colega o deixasse terminar de falar.
Segundo o relato de uma fonte colombiana à agência France Presse, Chávez teria acusado Uribe de planejar seu assassinato por um esquadrão paramilitar e fez menção de deixar o encontro.
Uribe teria então gritado: "Seja homem! Estas questões devem ser discutidas nestes fóruns. Você é muito corajoso para falar as coisas à distância, mas um covarde quando é para falar as coisas na cara".
A discussão teria sido apartada com uma intervenção do presidente de Cuba, Raúl Castro.
Calderón comentou as discussões em uma entrevista pela tarde e disse que os dois países “concordaram em conduzir as diferenças com um diálogo amistoso”.
Segundo ele, também houve um acordo para criar um grupo de países amigos para ajudar a Venezuela e a Colômbia a eliminar suas diferenças, formado por Brasil, Argentina, República Dominicana e México.
A crise diplomática entre a Colômbia e a Venezuela teve seu auge em 2008, quando o governo colombiano bombardeou um acampamento das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, e voltou a se intensificar no ano passado, com a autorização da Colômbia para que os Estados Unidos instalem bases militares no seu território.
Diário do Comércio



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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Mais um passo para a implantação da NAÇÃO BOLIVARIANA.



Em Cancún, presidentes de branco e um ideal.


Lula e Calderón vestem guayaberas brancas. Do contra, Chávez usa modelito típico de revolucionário.


Na abertura da reunião da Cúpula da América Latina e Caribe (CALC), o presidente mexicano, Felipe Calderón, evocou o líder revolucionário Simon Bolívar para defender a unidade dos países da América Latina. Convidou os países a "construírem um espaço comum com os países da América Latina e Caribe".

"No México estamos convencidos de que o ideal de Bolívar, de uma América unida, continua e está mais vivo que nunca. Esse foi o sonho de Bolívar, de uma só nação americana, unida em valores de democracia, justiça e igualdade."

Ao propor a criação de uma nova organização de integração da região, Calderón pediu uma entidade que "reafirme a unidade e identidade da região, abrindo novas vias para as aspirações a integração e desenvolvimento". Calderón disse que a nova entidade será ainda mais forte do que o grupo do Rio e a Cúpula da América Latina, porque será uma união de toda a região.

O assessor internacional da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, disse que na reunião de Cancún, o processo iniciado na Bahia, no ano passado, será aprofundado. Lembrou que o Grupo do Rio, "que estava agonizando", foi revigorado durante a crise entre Equador e Colômbia. Ganhou novo alento, quando houve a reunião no Sauipe, na Bahia.

"A ideia é a de que os dois grupos possam convergir no espaço de um ano, dois anos para que possamos ter efetivamente uma comunidade latino-americana e caribenha".

Na chegada para o encontro na manhã de ontem, todos os chefes de Estado vestiam guayaberas brancas, oferecidas pelo anfitrião, especialmente para a ocasião. Só Hugo Chávez não seguiu o figurino: optou por uma camisa verde exército com uma camiseta vermelha por baixo, modelito típico de revolucionários.

Dos 33 presidentes convidados, pelo menos 25 participam do encontro. Os presidentes foram recebidos pelo colega mexicano Rafael Caldera. Cristina Kirchner e Michele Bachelet usavam, respectivamente, um vestido florido e um tailleur azul. O último a chegar foi o cubano, Raul Castro.
O périplo de cinco dias de Lula começou domingo, no México. Depois, inclui visitas a Cuba, Haiti e El Salvador
Ronaldo Schmidt/AFP
Agência Estado - 22/2/2010 - 21h15


Maio de 2008
Trecho do discurso de Lula perante a criação da Unasul - União das Nações Sul-americanas

(...)quando Simon Bolivar, há duzentos anos atrás, bradava ao mundo, naquele tempo sem televisão e sem jornal, para divulgar as angustias dele, ou seja, a criação da "grande Colômbia" e muitas vezes pela própria luta armada empunhando a sua espada, nós democraticamente criamos mais do que a "grande Colômbia", criamos hoje a GRANDE NAÇÃO SUL AMERICANA. Este é um feito extraordinário para mim. É um feito que, possivelmente, nenhum de nós ainda tem a dimensão exata do que vai acontecer.

Destaque:
-A maioria das pessoas ainda não tem a "dimensão exata do que vai acontecer"
-"criamos mais do que a "grande Colômbia", criamos hoje a GRANDE NAÇÃO SUL AMERICANA"
Alguém ainda tem dúvidas de que eles pretendem implantar FISICAMENTE uma NAÇÃO BOLIVARIANA?

Reveja o discurso:






.

Mais um passo para a implantação da NAÇÃO BOLIVARIANA.



Em Cancún, presidentes de branco e um ideal.


Lula e Calderón vestem guayaberas brancas. Do contra, Chávez usa modelito típico de revolucionário.


Na abertura da reunião da Cúpula da América Latina e Caribe (CALC), o presidente mexicano, Felipe Calderón, evocou o líder revolucionário Simon Bolívar para defender a unidade dos países da América Latina. Convidou os países a "construírem um espaço comum com os países da América Latina e Caribe".

"No México estamos convencidos de que o ideal de Bolívar, de uma América unida, continua e está mais vivo que nunca. Esse foi o sonho de Bolívar, de uma só nação americana, unida em valores de democracia, justiça e igualdade."

Ao propor a criação de uma nova organização de integração da região, Calderón pediu uma entidade que "reafirme a unidade e identidade da região, abrindo novas vias para as aspirações a integração e desenvolvimento". Calderón disse que a nova entidade será ainda mais forte do que o grupo do Rio e a Cúpula da América Latina, porque será uma união de toda a região.

O assessor internacional da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, disse que na reunião de Cancún, o processo iniciado na Bahia, no ano passado, será aprofundado. Lembrou que o Grupo do Rio, "que estava agonizando", foi revigorado durante a crise entre Equador e Colômbia. Ganhou novo alento, quando houve a reunião no Sauipe, na Bahia.

"A ideia é a de que os dois grupos possam convergir no espaço de um ano, dois anos para que possamos ter efetivamente uma comunidade latino-americana e caribenha".

Na chegada para o encontro na manhã de ontem, todos os chefes de Estado vestiam guayaberas brancas, oferecidas pelo anfitrião, especialmente para a ocasião. Só Hugo Chávez não seguiu o figurino: optou por uma camisa verde exército com uma camiseta vermelha por baixo, modelito típico de revolucionários.

Dos 33 presidentes convidados, pelo menos 25 participam do encontro. Os presidentes foram recebidos pelo colega mexicano Rafael Caldera. Cristina Kirchner e Michele Bachelet usavam, respectivamente, um vestido florido e um tailleur azul. O último a chegar foi o cubano, Raul Castro.
O périplo de cinco dias de Lula começou domingo, no México. Depois, inclui visitas a Cuba, Haiti e El Salvador
Ronaldo Schmidt/AFP
Agência Estado - 22/2/2010 - 21h15


Maio de 2008
Trecho do discurso de Lula perante a criação da Unasul - União das Nações Sul-americanas

(...)quando Simon Bolivar, há duzentos anos atrás, bradava ao mundo, naquele tempo sem televisão e sem jornal, para divulgar as angustias dele, ou seja, a criação da "grande Colômbia" e muitas vezes pela própria luta armada empunhando a sua espada, nós democraticamente criamos mais do que a "grande Colômbia", criamos hoje a GRANDE NAÇÃO SUL AMERICANA. Este é um feito extraordinário para mim. É um feito que, possivelmente, nenhum de nós ainda tem a dimensão exata do que vai acontecer.

Destaque:
-A maioria das pessoas ainda não tem a "dimensão exata do que vai acontecer"
-"criamos mais do que a "grande Colômbia", criamos hoje a GRANDE NAÇÃO SUL AMERICANA"
Alguém ainda tem dúvidas de que eles pretendem implantar FISICAMENTE uma NAÇÃO BOLIVARIANA?

Reveja o discurso:






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Mais um passo para a implantação da NAÇÃO BOLIVARIANA.



Em Cancún, presidentes de branco e um ideal.


Lula e Calderón vestem guayaberas brancas. Do contra, Chávez usa modelito típico de revolucionário.


Na abertura da reunião da Cúpula da América Latina e Caribe (CALC), o presidente mexicano, Felipe Calderón, evocou o líder revolucionário Simon Bolívar para defender a unidade dos países da América Latina. Convidou os países a "construírem um espaço comum com os países da América Latina e Caribe".

"No México estamos convencidos de que o ideal de Bolívar, de uma América unida, continua e está mais vivo que nunca. Esse foi o sonho de Bolívar, de uma só nação americana, unida em valores de democracia, justiça e igualdade."

Ao propor a criação de uma nova organização de integração da região, Calderón pediu uma entidade que "reafirme a unidade e identidade da região, abrindo novas vias para as aspirações a integração e desenvolvimento". Calderón disse que a nova entidade será ainda mais forte do que o grupo do Rio e a Cúpula da América Latina, porque será uma união de toda a região.

O assessor internacional da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, disse que na reunião de Cancún, o processo iniciado na Bahia, no ano passado, será aprofundado. Lembrou que o Grupo do Rio, "que estava agonizando", foi revigorado durante a crise entre Equador e Colômbia. Ganhou novo alento, quando houve a reunião no Sauipe, na Bahia.

"A ideia é a de que os dois grupos possam convergir no espaço de um ano, dois anos para que possamos ter efetivamente uma comunidade latino-americana e caribenha".

Na chegada para o encontro na manhã de ontem, todos os chefes de Estado vestiam guayaberas brancas, oferecidas pelo anfitrião, especialmente para a ocasião. Só Hugo Chávez não seguiu o figurino: optou por uma camisa verde exército com uma camiseta vermelha por baixo, modelito típico de revolucionários.

Dos 33 presidentes convidados, pelo menos 25 participam do encontro. Os presidentes foram recebidos pelo colega mexicano Rafael Caldera. Cristina Kirchner e Michele Bachelet usavam, respectivamente, um vestido florido e um tailleur azul. O último a chegar foi o cubano, Raul Castro.
O périplo de cinco dias de Lula começou domingo, no México. Depois, inclui visitas a Cuba, Haiti e El Salvador
Ronaldo Schmidt/AFP
Agência Estado - 22/2/2010 - 21h15


Maio de 2008
Trecho do discurso de Lula perante a criação da Unasul - União das Nações Sul-americanas

(...)quando Simon Bolivar, há duzentos anos atrás, bradava ao mundo, naquele tempo sem televisão e sem jornal, para divulgar as angustias dele, ou seja, a criação da "grande Colômbia" e muitas vezes pela própria luta armada empunhando a sua espada, nós democraticamente criamos mais do que a "grande Colômbia", criamos hoje a GRANDE NAÇÃO SUL AMERICANA. Este é um feito extraordinário para mim. É um feito que, possivelmente, nenhum de nós ainda tem a dimensão exata do que vai acontecer.

Destaque:
-A maioria das pessoas ainda não tem a "dimensão exata do que vai acontecer"
-"criamos mais do que a "grande Colômbia", criamos hoje a GRANDE NAÇÃO SUL AMERICANA"
Alguém ainda tem dúvidas de que eles pretendem implantar FISICAMENTE uma NAÇÃO BOLIVARIANA?

Reveja o discurso:






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País curioso, de poderes confusos.







ESTE BRASIL É CURIOSO

Desde a promulgação da Constituição de 1988, argumenta-se que o Estado brasileiro tornou-se, definitivamente, um Estado Democrático de Direito, com a eliminação de diferenças e de discriminações e com a implementação de uma sociedade solidária, estando a lei assegurada pela independência e autonomia dos Três Poderes.

Apesar de tais desideratos estarem plasmados no texto constitucional, a realidade não tem correspondido à intenção dos constituintes. De início, não conseguem, o governo federal e os governos estaduais, fazer com que determinados movimentos respeitem a Carta Magna. MST, Vila Campesina e outros vivem, exclusivamente, da violação da Constituição e da lei, com o beneplácito e a colaboração, principalmente do governo
federal, por meio de financiamentos e desapropriações, parte delas barrada nos Tribunais.

A destruição da Câmara dos Deputados, de pesquisas científicas, de terras, de lavouras, por tais movimentos repudiados pela população e que se negam a fazer o teste das urnas, tem sido uma constante e clara demonstração de que determinadas autoridades são coniventes com tais maculações da lei maior.

Por outro lado, magistrados de Tribunais Regionais, inclusive da Suprema Corte, criticam o excesso de prisões preventivas – muitas vezes arbitrárias – de pessoas, sem haver processos ou autos lavrados, quase sempre lastreadas em trechos pinçados de gravações telefônicas.

A imprensa publicou manifesto de eminentes desembargadores, que ficaram estupefatos quando souberam da existência de 409.000 escutas telefônicas autorizadas no Brasil, em 2007, tendo, inclusive, o ministro Sepúlveda Pertence, em depoimento na Câmara dos Deputados , tecido duras críticas a tais abusivas ações. Nem Orwell imaginaria, em seu dramático 1984, uma tal violação de privacidade.

Uma interpretação equivocada – a nosso ver – da Constituição, são os artigos 231 CF e 68 da ACDT, que ofertam direitos aos índios e aos quilombolas sobre terras que,no momento da promulgação da lei suprema, ocupariam e não que ocuparam no passado. Isso gera problemas. Pela interpretação oficial, o presente do indicativo do texto maior passou a ser o pretérito perfeito e onde se lê "ocupam" passou-se a ler "ocuparam".

Com isso, para aproximadamente 700 mil índios, nascidos no Brasil ou nos países vizinhos, estão sendo entregues 13% de território nacional. Aos declarados quilombolas – e são poucos aqueles que descendem efetivamente dos quilombos coloniais e vivem naquelas terras históricas – houve tal extensão conceitual do termo que a maior parte dos afro-descendentes passou a ser considerada quilombola.

Por outro lado, à luz de uma exegese controversa do que seja o neoconstitucionalismo, ou seja, dar praticidade aos princípios constitucionais – tese de rigor que deu origem ao constitucionalismo americano e francês, não sendo, portanto, novo, mas apenas mais uma tentativa de adaptar-se o "construtivismo" americano à realidade social –, o Poder Judiciário tem-se outorgado o direito de se transformar em legislador positivo, não poucas vezes, sobrepondo-se ao Poder Legislativo no suprir o que entende ser omissão daquele poder.

Por seu lado, o Poder Executivo continua utilizando-se das medidas provisórias, que só foram colocadas no texto constitucional – pois a Constituição de 1988 deveria ser para uma República Parlamentar do Governo – tornando-se, de rigor, no verdadeiro legislador.

Temos, portanto, um Brasil curioso. O Poder Executivo assumiu funções legislativas, por meio das medidas provisórias. O Poder Legislativo, diminuído em suas funções, por meio das CPIs transformou-se em Poder Judiciário. E o Poder Judiciário, de legislador negativo – ou seja, de não dar sequência às normas constitucionais –, assume, mais e mais, à luz de estranha concepção do neoconstitucionalismo, a função de legislador positivo.

É, neste País de contradições e de preconceitos às avessas, que os privilégios das cotas universitárias e para pessoas de opções sexuais diversas estão a refletir discriminações contra a grande maioria dos demais cidadãos comuns. Dessa forma, a juventude busca alternativas para o futuro, não encontrando, entretanto, nos seus líderes atuais, um modelo paradigmático a ser seguido.

Nossa esperança reside na educação e no trabalho daqueles que ainda acreditam no ensino e estão dispostos a tentar influenciar as futuras gerações com ideias não contaminadas, sem preconceitos, sabendo que solidariedade não se faz com o semear do joio, nem se
cria uma grande nação com ódio e preconceitos, favorecendo grupos contrários ao Estado de Direito, ou beneficiando aqueles que se enquistam no poder, não para servir à sociedade, mas para dela se servir. Infelizmente, gerar conflitos sociais encontra-se na base do PNDH-3.

Ives Gandra da Silva Martins






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País curioso, de poderes confusos.







ESTE BRASIL É CURIOSO

Desde a promulgação da Constituição de 1988, argumenta-se que o Estado brasileiro tornou-se, definitivamente, um Estado Democrático de Direito, com a eliminação de diferenças e de discriminações e com a implementação de uma sociedade solidária, estando a lei assegurada pela independência e autonomia dos Três Poderes.

Apesar de tais desideratos estarem plasmados no texto constitucional, a realidade não tem correspondido à intenção dos constituintes. De início, não conseguem, o governo federal e os governos estaduais, fazer com que determinados movimentos respeitem a Carta Magna. MST, Vila Campesina e outros vivem, exclusivamente, da violação da Constituição e da lei, com o beneplácito e a colaboração, principalmente do governo
federal, por meio de financiamentos e desapropriações, parte delas barrada nos Tribunais.

A destruição da Câmara dos Deputados, de pesquisas científicas, de terras, de lavouras, por tais movimentos repudiados pela população e que se negam a fazer o teste das urnas, tem sido uma constante e clara demonstração de que determinadas autoridades são coniventes com tais maculações da lei maior.

Por outro lado, magistrados de Tribunais Regionais, inclusive da Suprema Corte, criticam o excesso de prisões preventivas – muitas vezes arbitrárias – de pessoas, sem haver processos ou autos lavrados, quase sempre lastreadas em trechos pinçados de gravações telefônicas.

A imprensa publicou manifesto de eminentes desembargadores, que ficaram estupefatos quando souberam da existência de 409.000 escutas telefônicas autorizadas no Brasil, em 2007, tendo, inclusive, o ministro Sepúlveda Pertence, em depoimento na Câmara dos Deputados , tecido duras críticas a tais abusivas ações. Nem Orwell imaginaria, em seu dramático 1984, uma tal violação de privacidade.

Uma interpretação equivocada – a nosso ver – da Constituição, são os artigos 231 CF e 68 da ACDT, que ofertam direitos aos índios e aos quilombolas sobre terras que,no momento da promulgação da lei suprema, ocupariam e não que ocuparam no passado. Isso gera problemas. Pela interpretação oficial, o presente do indicativo do texto maior passou a ser o pretérito perfeito e onde se lê "ocupam" passou-se a ler "ocuparam".

Com isso, para aproximadamente 700 mil índios, nascidos no Brasil ou nos países vizinhos, estão sendo entregues 13% de território nacional. Aos declarados quilombolas – e são poucos aqueles que descendem efetivamente dos quilombos coloniais e vivem naquelas terras históricas – houve tal extensão conceitual do termo que a maior parte dos afro-descendentes passou a ser considerada quilombola.

Por outro lado, à luz de uma exegese controversa do que seja o neoconstitucionalismo, ou seja, dar praticidade aos princípios constitucionais – tese de rigor que deu origem ao constitucionalismo americano e francês, não sendo, portanto, novo, mas apenas mais uma tentativa de adaptar-se o "construtivismo" americano à realidade social –, o Poder Judiciário tem-se outorgado o direito de se transformar em legislador positivo, não poucas vezes, sobrepondo-se ao Poder Legislativo no suprir o que entende ser omissão daquele poder.

Por seu lado, o Poder Executivo continua utilizando-se das medidas provisórias, que só foram colocadas no texto constitucional – pois a Constituição de 1988 deveria ser para uma República Parlamentar do Governo – tornando-se, de rigor, no verdadeiro legislador.

Temos, portanto, um Brasil curioso. O Poder Executivo assumiu funções legislativas, por meio das medidas provisórias. O Poder Legislativo, diminuído em suas funções, por meio das CPIs transformou-se em Poder Judiciário. E o Poder Judiciário, de legislador negativo – ou seja, de não dar sequência às normas constitucionais –, assume, mais e mais, à luz de estranha concepção do neoconstitucionalismo, a função de legislador positivo.

É, neste País de contradições e de preconceitos às avessas, que os privilégios das cotas universitárias e para pessoas de opções sexuais diversas estão a refletir discriminações contra a grande maioria dos demais cidadãos comuns. Dessa forma, a juventude busca alternativas para o futuro, não encontrando, entretanto, nos seus líderes atuais, um modelo paradigmático a ser seguido.

Nossa esperança reside na educação e no trabalho daqueles que ainda acreditam no ensino e estão dispostos a tentar influenciar as futuras gerações com ideias não contaminadas, sem preconceitos, sabendo que solidariedade não se faz com o semear do joio, nem se
cria uma grande nação com ódio e preconceitos, favorecendo grupos contrários ao Estado de Direito, ou beneficiando aqueles que se enquistam no poder, não para servir à sociedade, mas para dela se servir. Infelizmente, gerar conflitos sociais encontra-se na base do PNDH-3.

Ives Gandra da Silva Martins






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País curioso, de poderes confusos.







ESTE BRASIL É CURIOSO

Desde a promulgação da Constituição de 1988, argumenta-se que o Estado brasileiro tornou-se, definitivamente, um Estado Democrático de Direito, com a eliminação de diferenças e de discriminações e com a implementação de uma sociedade solidária, estando a lei assegurada pela independência e autonomia dos Três Poderes.

Apesar de tais desideratos estarem plasmados no texto constitucional, a realidade não tem correspondido à intenção dos constituintes. De início, não conseguem, o governo federal e os governos estaduais, fazer com que determinados movimentos respeitem a Carta Magna. MST, Vila Campesina e outros vivem, exclusivamente, da violação da Constituição e da lei, com o beneplácito e a colaboração, principalmente do governo
federal, por meio de financiamentos e desapropriações, parte delas barrada nos Tribunais.

A destruição da Câmara dos Deputados, de pesquisas científicas, de terras, de lavouras, por tais movimentos repudiados pela população e que se negam a fazer o teste das urnas, tem sido uma constante e clara demonstração de que determinadas autoridades são coniventes com tais maculações da lei maior.

Por outro lado, magistrados de Tribunais Regionais, inclusive da Suprema Corte, criticam o excesso de prisões preventivas – muitas vezes arbitrárias – de pessoas, sem haver processos ou autos lavrados, quase sempre lastreadas em trechos pinçados de gravações telefônicas.

A imprensa publicou manifesto de eminentes desembargadores, que ficaram estupefatos quando souberam da existência de 409.000 escutas telefônicas autorizadas no Brasil, em 2007, tendo, inclusive, o ministro Sepúlveda Pertence, em depoimento na Câmara dos Deputados , tecido duras críticas a tais abusivas ações. Nem Orwell imaginaria, em seu dramático 1984, uma tal violação de privacidade.

Uma interpretação equivocada – a nosso ver – da Constituição, são os artigos 231 CF e 68 da ACDT, que ofertam direitos aos índios e aos quilombolas sobre terras que,no momento da promulgação da lei suprema, ocupariam e não que ocuparam no passado. Isso gera problemas. Pela interpretação oficial, o presente do indicativo do texto maior passou a ser o pretérito perfeito e onde se lê "ocupam" passou-se a ler "ocuparam".

Com isso, para aproximadamente 700 mil índios, nascidos no Brasil ou nos países vizinhos, estão sendo entregues 13% de território nacional. Aos declarados quilombolas – e são poucos aqueles que descendem efetivamente dos quilombos coloniais e vivem naquelas terras históricas – houve tal extensão conceitual do termo que a maior parte dos afro-descendentes passou a ser considerada quilombola.

Por outro lado, à luz de uma exegese controversa do que seja o neoconstitucionalismo, ou seja, dar praticidade aos princípios constitucionais – tese de rigor que deu origem ao constitucionalismo americano e francês, não sendo, portanto, novo, mas apenas mais uma tentativa de adaptar-se o "construtivismo" americano à realidade social –, o Poder Judiciário tem-se outorgado o direito de se transformar em legislador positivo, não poucas vezes, sobrepondo-se ao Poder Legislativo no suprir o que entende ser omissão daquele poder.

Por seu lado, o Poder Executivo continua utilizando-se das medidas provisórias, que só foram colocadas no texto constitucional – pois a Constituição de 1988 deveria ser para uma República Parlamentar do Governo – tornando-se, de rigor, no verdadeiro legislador.

Temos, portanto, um Brasil curioso. O Poder Executivo assumiu funções legislativas, por meio das medidas provisórias. O Poder Legislativo, diminuído em suas funções, por meio das CPIs transformou-se em Poder Judiciário. E o Poder Judiciário, de legislador negativo – ou seja, de não dar sequência às normas constitucionais –, assume, mais e mais, à luz de estranha concepção do neoconstitucionalismo, a função de legislador positivo.

É, neste País de contradições e de preconceitos às avessas, que os privilégios das cotas universitárias e para pessoas de opções sexuais diversas estão a refletir discriminações contra a grande maioria dos demais cidadãos comuns. Dessa forma, a juventude busca alternativas para o futuro, não encontrando, entretanto, nos seus líderes atuais, um modelo paradigmático a ser seguido.

Nossa esperança reside na educação e no trabalho daqueles que ainda acreditam no ensino e estão dispostos a tentar influenciar as futuras gerações com ideias não contaminadas, sem preconceitos, sabendo que solidariedade não se faz com o semear do joio, nem se
cria uma grande nação com ódio e preconceitos, favorecendo grupos contrários ao Estado de Direito, ou beneficiando aqueles que se enquistam no poder, não para servir à sociedade, mas para dela se servir. Infelizmente, gerar conflitos sociais encontra-se na base do PNDH-3.

Ives Gandra da Silva Martins






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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Abra os olhos, você pode ser um Sr. Oliveira

Imagine-se um hipotético indivíduo que doravante chamaremos de Sr. Oliveira.

O Sr. Oliveira é um homem comum. É um pai de família. Habita uma região metropolitana que poderia ser São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte ou Recife ou alguma outra grande cidade. Tem um emprego em uma instituição financeira, ou em uma revendedora de peças por exemplo. Pertence àquela classe média ligeira, que além de trabalhar 4 meses por ano de graça para o governo esforça-se para pagar as contas de aluguel, escola, natação e inglês dos filhos, plano de saúde, o guarda da rua e outros pormenores no fim do mês.

O Sr. Oliveira levanta-se de manhã e veste-se com roupas de algodão, algodão esse crescido nos campos de Chapadão do Sul, MS e processado em Blumenau, SC. Talvez esteja um pouco frio, e ele use um pulôver de lã de carneiros criados em Pelotas, RS e fabricado em Americana, SP. Calça seus sapatos de couro vindo de bois do Mato Grosso, e fabricados em Novo Hamburgo, RS.

Ele toma café da manhã, com ovos vindos de Bastos, SP, leite de uma cooperativa do Rio de Janeiro, broa de milho colhido em Londrina, PR, um mamão vindo do Espírito Santo, suco de laranja de Araraquara, SP e um cafezinho vindo direto de São Lourenço, MG.

Ele lê um jornal, impresso em papel feito de eucalipto crescido em Três Lagoas, MS.
O Sr. Oliveira entra em seu carro, abastecido com álcool de cana de açúcar produzida em Piracicaba, SP, com pneus de borracha saída dos seringais de São José do Rio Preto, SP.

Enquanto ele vai ao trabalho, a Sra. Oliveira vai às compras nos supermercados do bairro, sempre pesquisando os melhores preços das frutas, das verduras e da carne para não apertar o orçamento familiar.

No almoço, o Sr. Oliveira come um filé de frango criado no Paraná, alimentado com soja de Goiás e milho do Mato Grosso, com molho de tomate de Goiás. Tem arroz do Rio Grande do Sul, feijão dos pivôs do oeste baiano. Tem salada das hortas de Mogi das Cruzes, SP. Suco de uvas do Vale do São Francisco e de sobremesa goiabada feita com goiabas de Valinhos, SP e açúcar de Ribeirão Preto, SP, e queijo de Uberlândia, MG. Outro cafezinho dessa vez da Bahia.

Hoje a noite é de comemoração. Sua empresa fez um corte de pessoal mas felizmente o Sr. Oliveira manteve o emprego. Ele leva a esposa para jantar fora. Vinho do Vale dos Vinhedos gaúcho. Presuntos e frios de porco criado em Santa Catarina, alimentado com soja paranaense, filet mignon de bois criados no Sul do Pará. Chocolate produzido com cacau do sul da Bahia. E outro café de Minas, adoçado com açúcar pernambucano.

O Sr. Oliveira é um homem razoavelmente informado e inteligente. No dia seguinte ele lerá os jornais novamente.

Pelos jornais ele ficará sabendo que há conflitos em terras indígenas recentemente demarcadas e fazendeiros cujas famílias foram incentivadas a ocupar aquelas terras há décadas atrás. Pelos jornais ele ficará sabendo que a pecuária é a maior poluidora do país (embora ele mesmo tenha o sonho de um dia abandonar a cidade poluída e viver no campo por uma qualidade de vida melhor). Pelos jornais ele tem notícias de invasões de terras, de conflitos agrários, de saques e estradas bloqueadas (o Sr. Oliveira é a favor da reforma agrária, embora repudie a violência). Pelos jornais ele toma conhecimento de ações do Ministério Público contra empresas do agronegócio (ele não entende que mal há em empresas que ganham dinheiro). Pelos jornais ele acha que a Amazônia está sendo desmatada por plantadores de soja e criadores de boi.

Mas o Sr. Oliveira pensa que isso não tem nada a ver com ele.

Pois eu gostaria de agarrá-lo pela orelha, e gritar bem alto, de megafone talvez, não um, nem dez, mas mil megafones que TUDO ISSO É PROBLEMA DELE SIM!

-Gostaria de lhe dizer que a agropecuária está presente em todos os dias da vida dele.
-Gostaria de lhe dizer que o agronegócio gera um terço do PIB e dos empregos do país. Gostaria de lhe dizer que quem diz que a pecuária polui mente descaradamente.
-Gostaria de lhe dizer que o maior desmatador da Amazônia é o INCRA, que com o dinheiro dos impostos dele sustenta assentamentos que não produzem absolutamente nada, condenando uma multidão de miseráveis manipulados por canalhas balizados por uma ideologia assassina à eterna assistência do Estado.
-Gostaria de lhe dizer que estes mesmos canalhas estão tentando, sob a palatável desculpa dos direitos humanos, acabar com o direito de propriedade, arruinando qualquer futuro para o agronegócio brasileiro.
-Gostaria de lhe dizer, que os mesmos canalhas querem fechar índios que há 5 séculos estão em contato com brancos em gigantescos zoológicos onde eles estarão condenados à miséria e ao suicídio.
-Gostaria de lhe dizer que índios são 0,5% da população brasileira e não obstante são donos de 13% do país.
-Gostaria de lhe dizer que querem transformar 2/3 do país em reservas e parque que estão sendo demarcados sobre importantes reservas minerais e aqüíferos subterrâneos essenciais para o futuro do país.
-Gostaria de lhe dizer que a agricultura ocupa apenas 7,5% da superfície do país, e que mesmo assim somos os maiores exportadores do mundo de carne, soja, café, açúcar, suco de laranja e inúmeros outros produtos.
-Gostaria de lhe dizer que podemos dobrar ou triplicar a produção pecuária do país sem derrubar uma árvore sequer.
-Gostaria de lhe dizer que produtores rurais não são a espécie arrogante e retrógrada que os canalhas dizem que são.
-São gente que está vivendo em lugares onde você não se animaria a viver, transitando por estradas intransitáveis e mortais, acordando nas madrugadas para ver nascer um animal, rezando para chover na hora de plantar e para parar de chover na hora de colher, com um contato e um conhecimento da natureza muito maior do que o seu. São gente cujos antepassados foram enviados às fronteiras desse país para garantir que esse território fosse nosso, foi gente incentivada a abrir a mata, abrir estradas, plantar e colher, às vezes por causa do governo, às vezes apesar dele.

-Gostaria enfim de gritar a plenos pulmões, que qualquer problema que afete um produtor rural, uma empresa rural, uma agroindústria É UM PROBLEMA DELE, DO PAÍS E DO MUNDO.

-Sim, porque no mesmo jornal que o Sr. Oliveira leu, há uma nota de rodapé que diz que há 1 bilhão de pessoas no mundo passando fome.

-E grito finalmente para o Sr. Oliveira e tantos outros iguais a ele: ABRA OS OLHOS! e desconfie daqueles que querem transformar o agronegócio em uma atividade criminosa.

Notícias Agrícolas


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