sexta-feira, 30 de julho de 2010
Comunismo e narcotráfico
O que mais surpreende na discussão atual sobre as relações entre as FARC e o narcotráfico, em suas repercussões no "socialismo bolivariano" e em tendências do PT e nos ditos movimentos sociais, é a dissociação que se procura estabelecer entre a idéia de socialismo/comunismo e o tráfico de drogas. No fundo, o que se procura defender é a idéia pura do socialismo/comunismo como se fosse uma idéia de tipo religioso, imune aos acidentes de sua história ou de seu percurso de realização.
As FARC foram historicamente consideradas como um grupo guerrilheiro, que retomava as posições que foram do maoísmo e do castrismo, com a ocupação de áreas ditas liberadas no campo. Eram, nesse sentido, consideradas herdeiras do marxismo-leninismo em suas versões chinesa e cubana, estando, assim, legitimadas junto à opinião pública de esquerda. Eram recebidas em fóruns internacionais, companheiras do PT na fundação do Foro de São Paulo nos anos 90 e elogiadas no Brasil até muito recentemente.
O governo Olívio Dutra, no Rio Grande do Sul, durante o I Fórum Social Mundial, em 2001, recebeu-as no Palácio Piratini. As relações do Padre Medina – espécie de representante internacional dessa organização revolucionária –com o PT são também sobejamente conhecidas.
Contudo, à medida que as atividades de tráfico de drogas foram sendo cada vez mais de domínio público, surgiu uma espécie de reação que se aproximaria da "indignação" moral, como se isso fosse uma questão de princípio da esquerda. No início desse processo, quando as FARC começaram a ser chamadas de narco-guerrilheiras, essa mesma esquerda reagia indignada, como se fosse uma armação midiática dos conservadores ou, por que não, do "imperialismo". Os fatos, porém, foram avassaladores, tornando-se indubitáveis.
Aí começou um outro processo, o de dissociar a idéia de socialismo/comunismo do narcotráfico, como se uma fronteira tivesse sido transposta, algo historicamente novo, inconcebível. Ora, a pergunta que cabe é a seguinte: será que estamos diante de algo historicamente novo para esse tipo de esquerda?
Na tradição socialista/comunista, áreas liberadas, como as das FARC na Colômbia, são áreas onde impera a lei da força, a lei do partido, em um completo desrespeito a algo como igualdade de todos ou estado de igualdade jurídica. Rege a violência dos chefes, que não medem meios para a realização de seus objetivos.
Do ponto de vista discursivo, trata-se do melhor dos mundos, o do caminho da igualdade futura entre todos os homens. Do ponto de vista real, trata-se do império da violência, a ausência completa de liberdades, as aulas de doutrinação, a fome e os mais diferentes tipos de violência cometidos pelos chefetes e pelos líderes principais.
A revolução chinesa é um bom precedente histórico. Nas áreas "liberadas", sob controle de Mao, vigorava a expropriação dos camponeses, reduzidos à mais completa miséria, à fome, às epidemias e à violência do partido que de tudo se apropriava. Os privilégios da hierarquia comunista iam das mulheres à disposição dos chefes aos alimentos extraídos de agricultores famintos.
Tudo era legitimado em função do objetivo "socialista" maior. Os que discordavam eram "pequenos burgueses", "direitistas", "agentes do imperialismo" e assim por diante. Os revolucionários de ontem tornavam-se os inimigos de hoje.
Jon Haliday e Jung Chang, em seu livro Mao: a História Desconhecida, fornecem preciosas informações sobre o que foi a dominação totalitária maoísta. Em particular, nos anos de 1941-1942, Mao – precisando de recursos para armamentos, em uma de suas zonas "liberadas"– recorreu ao comércio e cultivo de ópio.
Foi um amplo e florescente negócio, patrocinado por ele mesmo, em nome, evidentemente, da causa comunista. A área cultivada de ópio foi estimada em 12 mil hectares das melhores terras da região.
Para o seu círculo mais próximo, Mao apelidou a operação de "Guerra do Ópio Revolucionária". Assim, transplantando a situação para os dias atuais, podemos também ter a "cocaína revolucionária", tão em voga nas áreas controladas pelas FARC e abertamente cultivada na Bolívia "bolivariana" de Evo Morales.
Tais fatos foram ocultados para não denegrir a causa, a ideia de socialismo/comunismo. Assim, em nome dessa mesma ideia, milhões de pessoas foram exterminadas, sendo que qualquer contestação era imediatamente identificada a uma ação contrarrevolucionária.
Sob o domínio de Evo Morales, as razões apresentadas são "culturais", como se se tratasse somente do consumo de um chá inofensivo, quando a produção é muito maior do que as necessidades do consumo interno desse país.
Já há várias suspeitas de que a ditadura castrista esteve ou mesmo está comprometida com o tráfico de drogas. Generais revolucionários já foram acusados por essas atividades e executados supostamente por essas razões.
Assim funcionam os regimes totalitários. Patrocinam uma atividade e, para livrar-se de seus oponentes internos, dentro do próprio partido e do exército, os acusam de desviantes. É a forma mesma comunista de operação dos expurgos, modo de exercício do terror, para deixar todos os súditos subjugados, evitando qualquer contestação, qualquer abertura. Quando o regime castrista cair, saberemos a verdadeira história.
Enquanto isso, os seus defensores continuam defendendo a ideia da pureza socialista/comunista, modo de sustentar suas próprias posições, com cobertura midiática inclusive.
O problema é que, nos casos da China e de Cuba, a verdade apareceu ou aparecerá décadas depois, quando o estrago do ponto de vista de formação da opinião pública e dos jovens em particular já tiver sido feito. O que, porém, incomoda atualmente a esses mesmos setores é que estamos presenciando ao vivo, contemporaneamente aos fatos, a realização dessa ideia do socialismo/comunismo.
A indignação é pela contemporaneidade, pois essa afeta a opinião pública atual. Eis porque todos correm atrás da dissociação entre o socialismo/comunismo e o narcotráfico.
Denis Lerrer Rosenfield
.
Alfonso Cano, líder da FARC tenta diálogo.

O líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Alfonso Cano, propôs o diálogo ao presidente eleito do país, Juan Manuel Santos, que assume o cargo no próximo dia 7.
Em um vídeo datado de julho de 2010, divulgado pela revista Resistência, uma publicação ligada às Farc, o chefe guerrilheiro diz estar empenhado por uma saída política para o conflito armado no país, que já dura quase cinco décadas.
"O que estamos propondo hoje, mais uma vez, é que conversemos. Seguimos empenhados em buscar saídas políticas. Queremos que o governo reflita e não engane mais o país", disse Cano, que assumiu o comando do grupo em 2008 após a morte de Manuel Marulanda Velez, que fundou a guerrilha em 1966.
Cano propôs ainda debater a assinatura de um acordo militar com os EUA, que permite que os americanos controlem sete bases em território colombiano, além de discutir temas como direitos humanos e a questão dos prisioneiros de guerra.
Mais aqui.
FRONTEIRA EXPLOSIVA
Enquanto a diplomacia sul-americana discute a crise entre Colômbia e Venezuela, a situação na fronteira continua tensa. Quatro soldados morreram durante uma emboscada das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em Antioquia, no noroeste da Colômbia. Por outro lado, as forças de segurança obtiveram vitórias importantes com a detenção de um membro de alto escalão da guerrilha e a apreensão de explosivos.
Os soldados foram pegos em uma emboscada durante uma missão para proteger linhas de transmissão elétrica em uma região montanhosa, informou a agência EFE. Outros dois militares ficaram feridos.
Em Cali, a polícia local apreendeu uma tonelada de explosivos que seria usada pelas Farc. As autoridades não divulgaram se rebeldes foram detidos na operação.
Diário do Comércio
Veja o vídeo
Parte 01/03
Parte 03/03
http://www.youtube.com/watch?v=Fnm7trO2Liw
http://www.youtube.com/watch?v=JjCsDTG3Rwk
http://www.youtube.com/watch?v=2-_lCIQxIkI
.
Alfonso Cano, líder da FARC tenta diálogo.

O líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Alfonso Cano, propôs o diálogo ao presidente eleito do país, Juan Manuel Santos, que assume o cargo no próximo dia 7.
Em um vídeo datado de julho de 2010, divulgado pela revista Resistência, uma publicação ligada às Farc, o chefe guerrilheiro diz estar empenhado por uma saída política para o conflito armado no país, que já dura quase cinco décadas.
"O que estamos propondo hoje, mais uma vez, é que conversemos. Seguimos empenhados em buscar saídas políticas. Queremos que o governo reflita e não engane mais o país", disse Cano, que assumiu o comando do grupo em 2008 após a morte de Manuel Marulanda Velez, que fundou a guerrilha em 1966.
Cano propôs ainda debater a assinatura de um acordo militar com os EUA, que permite que os americanos controlem sete bases em território colombiano, além de discutir temas como direitos humanos e a questão dos prisioneiros de guerra.
Mais aqui.
FRONTEIRA EXPLOSIVA
Enquanto a diplomacia sul-americana discute a crise entre Colômbia e Venezuela, a situação na fronteira continua tensa. Quatro soldados morreram durante uma emboscada das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em Antioquia, no noroeste da Colômbia. Por outro lado, as forças de segurança obtiveram vitórias importantes com a detenção de um membro de alto escalão da guerrilha e a apreensão de explosivos.
Os soldados foram pegos em uma emboscada durante uma missão para proteger linhas de transmissão elétrica em uma região montanhosa, informou a agência EFE. Outros dois militares ficaram feridos.
Em Cali, a polícia local apreendeu uma tonelada de explosivos que seria usada pelas Farc. As autoridades não divulgaram se rebeldes foram detidos na operação.
Diário do Comércio
Veja o vídeo
Parte 01/03
Parte 03/03
http://www.youtube.com/watch?v=Fnm7trO2Liw
http://www.youtube.com/watch?v=JjCsDTG3Rwk
http://www.youtube.com/watch?v=2-_lCIQxIkI
.
Ligações Óbvias
Militantes do MST que ocupam o Incra em Recife desde o último domingo deixaram ontem a sede da autarquia para fazer um protesto em favor da Venezuela e contra os Estados Unidos pelas ruas do centro. Com apitos, cartazes, carros de som, eles ocuparam a rua Gonçalves Maia, onde fica o Consulado dos Estados Unidos, onde queimaram a bandeira do país e atiraram lixo na sede do consulado. Os sem-terra ainda prestaram apoio à "Revolução Democrática e Pacífica Bolivariana" e " solidariedade ao Presidente Hugo Chávez, ao Governo Venezuelano e ao resistente povo da Venezuela", segundo nota divulgada.
Para o coordenador do MST em Pernambuco, Jaime Amorim, o protesto teve um simbolismo:" Um dia os povos dessa América devolverão aos EUA todo o lixo que ele tem depositado em nosso continente durante décadas".
| João Wainer/ Folhapress Integrantes do MST realizam protesto em favor da Venezuela e contra os Estados Unidos, no Recife (PE). |
Bogotá, 29 jul (EFE).- Quatro soldados morreram e outros dois ficaram feridos nas mãos de guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que os emboscaram com explosivos em uma área montanhosa do noroeste da Colômbia, informaram hoje fontes militares.
As vítimas pertenciam a um grupamento de infantaria ligado à 4ª Brigada do Exército Nacional, que informou sobre o ataque em comunicado.
O episódio ocorreu na terça-feira à noite quando os militares avançavam em "uma missão tática de registro e controle militar de área" sobre a linha de transmissão elétrica entre a central hídrica de San Carlos e as jazidas de mineração de Cerro Matoso.
Sacerdote que abençoou posse de Evo é preso com 240 kg de cocaína

Valentín Mejillones, o sacerdote aimará que abençoou a posse de Evo Morales em janeiro, foi preso com 240 quilos de cocaína líquido, ao lado de um casal de colombianos, nesta quinta-feira, 29.
De acordo com o diretor do departamento antinarcóticos da polícia boliviana, ele foi detido na noite de terça-feira em sua casa, em El Alto, na Grande La Paz, processando cocaína, vestindo suas roupas cerimoniais. O filho do sacerdote e um casal de colombianos ainda não identificado pela polícia estavam no local do crime.
"Fui enganado pelos colombianos, não tenho nada a ver com isso. Lhes fiz um favor, me disseram que iam fazer pastilhas de ervas e pomadas", disse o acusado.
"Não importa quem seja, a pessoa que cometeu irregularidades deve submeter-se à lei", disse o vice-presidente Alvaro Garcia. "Não foi escolhido pelo presidente, mas pelos religiosos andinos".
Segundo a polícia, a cocaína foi avaliada em US$ 300 mil. O forte cheiro de produtos químicos que exalava da casa fizeram os vizinhos acionarem as autoridades.
O sacerdote de 55 anos participou da posse do segundo mandato de Evo, em um rito andino celebrado no maior tempo arqueológico da Bolívia. Mejillones tem o título de amauta, o maior líder espiritual da religiosidade andina.
.
Ligações Óbvias
Militantes do MST que ocupam o Incra em Recife desde o último domingo deixaram ontem a sede da autarquia para fazer um protesto em favor da Venezuela e contra os Estados Unidos pelas ruas do centro. Com apitos, cartazes, carros de som, eles ocuparam a rua Gonçalves Maia, onde fica o Consulado dos Estados Unidos, onde queimaram a bandeira do país e atiraram lixo na sede do consulado. Os sem-terra ainda prestaram apoio à "Revolução Democrática e Pacífica Bolivariana" e " solidariedade ao Presidente Hugo Chávez, ao Governo Venezuelano e ao resistente povo da Venezuela", segundo nota divulgada.
Para o coordenador do MST em Pernambuco, Jaime Amorim, o protesto teve um simbolismo:" Um dia os povos dessa América devolverão aos EUA todo o lixo que ele tem depositado em nosso continente durante décadas".
| João Wainer/ Folhapress Integrantes do MST realizam protesto em favor da Venezuela e contra os Estados Unidos, no Recife (PE). |
Bogotá, 29 jul (EFE).- Quatro soldados morreram e outros dois ficaram feridos nas mãos de guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que os emboscaram com explosivos em uma área montanhosa do noroeste da Colômbia, informaram hoje fontes militares.
As vítimas pertenciam a um grupamento de infantaria ligado à 4ª Brigada do Exército Nacional, que informou sobre o ataque em comunicado.
O episódio ocorreu na terça-feira à noite quando os militares avançavam em "uma missão tática de registro e controle militar de área" sobre a linha de transmissão elétrica entre a central hídrica de San Carlos e as jazidas de mineração de Cerro Matoso.
Sacerdote que abençoou posse de Evo é preso com 240 kg de cocaína

Valentín Mejillones, o sacerdote aimará que abençoou a posse de Evo Morales em janeiro, foi preso com 240 quilos de cocaína líquido, ao lado de um casal de colombianos, nesta quinta-feira, 29.
De acordo com o diretor do departamento antinarcóticos da polícia boliviana, ele foi detido na noite de terça-feira em sua casa, em El Alto, na Grande La Paz, processando cocaína, vestindo suas roupas cerimoniais. O filho do sacerdote e um casal de colombianos ainda não identificado pela polícia estavam no local do crime.
"Fui enganado pelos colombianos, não tenho nada a ver com isso. Lhes fiz um favor, me disseram que iam fazer pastilhas de ervas e pomadas", disse o acusado.
"Não importa quem seja, a pessoa que cometeu irregularidades deve submeter-se à lei", disse o vice-presidente Alvaro Garcia. "Não foi escolhido pelo presidente, mas pelos religiosos andinos".
Segundo a polícia, a cocaína foi avaliada em US$ 300 mil. O forte cheiro de produtos químicos que exalava da casa fizeram os vizinhos acionarem as autoridades.
O sacerdote de 55 anos participou da posse do segundo mandato de Evo, em um rito andino celebrado no maior tempo arqueológico da Bolívia. Mejillones tem o título de amauta, o maior líder espiritual da religiosidade andina.
.
Uribe 'deplora' declaração de Lula

Coube ao porta-voz da presidência da Colômbia, César Mauricio Velásquez, ler o comunicado: "(O presidente da República Álvaro Uribe) deplora que o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, com quem cultivamos as melhores relações, se refira à nossa situação com a Venezuela como se fosse caso de assuntos pessoais". "Desconhece o presidente Lula o nosso esforço para buscar soluções através do diálogo".
Uribe mandou dizer ainda que Lula emitiu comentários "ignorando a ameaça que representa para a Colômbia e continente a presença dos terroristas das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia)". E reiterou as acusações contra a Venezuela: "a única solução que a Colômbia aceita (para solucionar a crise) é que não se permita a presença dos terroristas das Farc e do ELN (Exército de Libertação Nacional) em seu território .
Na quarta-feira, em referência ao conflito entre os vizinhos, Lula disse que era "tempo de paz e não de guerra". "Ainda não vi conflito. Eu vi conflito verbal, que é o que nós ouvimos mais aqui nessa América Latina", afirmou.
Lula deverá visitar Caracas em 6 de agosto e no dia seguinte participa da posse do presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos. No começo da semana o presidente se encontrou com o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro, com quem discutiu a crise. A Colômbia acusa a Venezuela de abrigar, com a anuência do governo de Hugo Chávez, guerrilheiros das Farc, incluindo vários líderes do grupo. Caracas nega que dê proteção à guerrilha.
Sem comentários – O porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, afirmou ontem que Lula "não acha apropriado" comentar as declarações de Uribe. Segundo ele, é necessário "ter paciência" e "calma" até o dia 7 de agosto, data da posse do sucessor: "O presidente Lula já tomou conhecimento dessas declarações e não considera apropriado que se responda. Ele lamenta a situação entre Colômbia e Venezuela"
Uribe 'deplora' declaração de Lula

Coube ao porta-voz da presidência da Colômbia, César Mauricio Velásquez, ler o comunicado: "(O presidente da República Álvaro Uribe) deplora que o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, com quem cultivamos as melhores relações, se refira à nossa situação com a Venezuela como se fosse caso de assuntos pessoais". "Desconhece o presidente Lula o nosso esforço para buscar soluções através do diálogo".
Uribe mandou dizer ainda que Lula emitiu comentários "ignorando a ameaça que representa para a Colômbia e continente a presença dos terroristas das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia)". E reiterou as acusações contra a Venezuela: "a única solução que a Colômbia aceita (para solucionar a crise) é que não se permita a presença dos terroristas das Farc e do ELN (Exército de Libertação Nacional) em seu território .
Na quarta-feira, em referência ao conflito entre os vizinhos, Lula disse que era "tempo de paz e não de guerra". "Ainda não vi conflito. Eu vi conflito verbal, que é o que nós ouvimos mais aqui nessa América Latina", afirmou.
Lula deverá visitar Caracas em 6 de agosto e no dia seguinte participa da posse do presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos. No começo da semana o presidente se encontrou com o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro, com quem discutiu a crise. A Colômbia acusa a Venezuela de abrigar, com a anuência do governo de Hugo Chávez, guerrilheiros das Farc, incluindo vários líderes do grupo. Caracas nega que dê proteção à guerrilha.
Sem comentários – O porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, afirmou ontem que Lula "não acha apropriado" comentar as declarações de Uribe. Segundo ele, é necessário "ter paciência" e "calma" até o dia 7 de agosto, data da posse do sucessor: "O presidente Lula já tomou conhecimento dessas declarações e não considera apropriado que se responda. Ele lamenta a situação entre Colômbia e Venezuela"
Onde as Farc vão ganhar força
Por Mary Anastasia O'Grady
Quando em 2008, a Colombia atacou um acampamento guerrilheiro na Fronteira com o Equador, o protesto mais estridente partiu de Caracas e não de Quito. O presidente venezuelano Hugo Chávez lamentou a morte do comandante Raul Reyes, das Farc, a quem chamou de "um bom revolucionário".
O mandatário queixou-se pela violação da soberania equatoriana e determinou que 10 batalhões de tanques fossem mobilizados para a fronteira entre a Venezuela e a Colômbia, advertindo o presidente Álvaro Uribe: "Não pensem em fazer isto aqui... seria muito sério... seria a declaração de guerra!"
Na Quinta Feira, a Colômbia explicou, mesmo sendo de forma indireta, porque Chávez lançou tanta fumaça sobre a operação de 2008. Numa apresentação de duas horas diante do Conselho Permanente da OEA, o embaixador Luis Alfonso Hoyos mostrou fotografias, vídeos, mapas, imágens de satélite e documentos que, segundo a Colombia, mostram os guerrilheiros usando o territorio venezuelano como refúgio, como faziam no Equador.
Hoyos também denunciou que a Venezuela sabe da existência dos acampamentos guerrilheiros, alguns dos quais estão em seu território há muito tempo, sem oposição. De fato, algumas vezes a Guarda Nacional Venezuelana confraterniza com os rebeldes, disse Hoyos.
Com esta informação, a reação de Chávez à incursão colombiana no Equador em 2008, parece lógica. Bogotá justificou a operação porque os pedidos a Quito para perseguir os gurrilheiros em seu território, foram ignorados. Agora temos razão para acreditar que Chávez seria o próximo.
Mas Uribe lançou uma ofensiva diferente. Reuniu dados de inteligência sobre a presença das Farc na Venezuela e os lançou como uma bomba, sobre o Conselho Permanente da OEA.
Os fatos não são novos. Há anos a Colômbia se queixa, com provas suficientes, sobre o tratamento amável que a Venezuela da aos guerrilheiros das Farc. Mas apresentando as evidências do modo como fez, Uribe colocou Chávez no meio do furacão. Mais ainda, colocou o problema envolvendo os seguidores de Chávez no hemisfério.
Hoyos revelou à OEA que a Venezuela abriga cerca de 1.500 guerrilheiros em mais de 75 acampamentos. Alí eles se reagrupam depois dos ataques, se organizam, treinam e preparam explosivos. As condições deste refúgio facilitam sequestros e tráfico de drogas em ambos os lados da fronteira. E mais mortes na Colômbia. Imágens cruéis das vítimas dos guerrilheiros apareceram na tela enquanto o diplomata falava.
Hoyos não pediu sanções contra a Venezuela. Pediu que uma comissão internacional verificasse, no terreno, as denúncias da Colômbia. Prometeu que seu governo pode fornecer as "coordenadas exatas" de chácaras e fazendas onde os guerrilheiros se escondem. Argumentou: "Se lá existe apenas uma escolinha e humildes camponeses, não há problema para uma comissão internacional verificar a correção da denúncia colombiana, não é verdade?"
Isto é razoável. Mas, antes mesmo do fim da reunião da OEA, Chávez, incapaz de conter a frustração de ser envergonhado por Uribe na arena política, rompeu relações diplomáticas com a vizinha Colômbia. Disse que era o mais indicado para manater a "dignidade".
É uma tristeza para os venezuelanos, que qualquer resquício de dignidade de seu governo tenha desaparecido há muito tempo. A copiosa documentação revelada pela Colombia, foi a última humilhação sobre a credibilidade de Chávez no cenário global.
Apesar do incômodo, os chavistas e seus aliados já esperavam algo assim. Na Quarta Feira, o embaixador do Equador na OEA, que ocupava a presidência rotativa do Coselho Permanente, renunciou. Disse que o fazia porque não podia cumprir a ordem de seu governo para bloquear a apresentação da denúncia da Colombia.
O ministro de relações exteriores, Ricardo Patiño, íntimo aliado da Venezuela, que aparentemente não está familiarizado com as normas institucionais, passou a Sexta Feira atacando o Secretário Geral da OEA, José Migual Insulza, por permitir que a Colombia usasse seu direito de apresentar o caso diante da OEA.
O Departamento de Estado dos EUA, declarou que a decisão de Chávez romper relações com a Colômbia era petulante e que apoiaria a proposta da Colombia. Isto abre a possibilidade de que se forme um comitê de verificação na OEA. E também explica porque o Equador e a Argentina defendem que o caso seja levado para a Unasul, um foro sulamericano onde Uribe será superado pelo número de tiranos esquerdistas.
A Colombia tem outras opções, como solicitar ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, que invoque a resolução 1373, que proibe seus membros de dar refúgio a terroristas. Na semana passada o promotor geral da Colombia sugeriu que o assunto poderia ser levado à Corte Internacional de Haia.
Os seguidores de Chávez fingem estar preocupados com uma possível guerra. Mas, se a Venezuela oferece refúgio às Farc, já cometeu uma agressão contra seu vizinho. Esta é uma verdade inconveniente e difícil de escapar.
Fonte: "El Diário Exterior", 28/07/2010
Tradução: A. Montenegro
Mary Anastasia O'Gradyé Articulista de América Latina do Wall Street Journal
Onde as Farc vão ganhar força
Por Mary Anastasia O'Grady
Quando em 2008, a Colombia atacou um acampamento guerrilheiro na Fronteira com o Equador, o protesto mais estridente partiu de Caracas e não de Quito. O presidente venezuelano Hugo Chávez lamentou a morte do comandante Raul Reyes, das Farc, a quem chamou de "um bom revolucionário".
O mandatário queixou-se pela violação da soberania equatoriana e determinou que 10 batalhões de tanques fossem mobilizados para a fronteira entre a Venezuela e a Colômbia, advertindo o presidente Álvaro Uribe: "Não pensem em fazer isto aqui... seria muito sério... seria a declaração de guerra!"
Na Quinta Feira, a Colômbia explicou, mesmo sendo de forma indireta, porque Chávez lançou tanta fumaça sobre a operação de 2008. Numa apresentação de duas horas diante do Conselho Permanente da OEA, o embaixador Luis Alfonso Hoyos mostrou fotografias, vídeos, mapas, imágens de satélite e documentos que, segundo a Colombia, mostram os guerrilheiros usando o territorio venezuelano como refúgio, como faziam no Equador.
Hoyos também denunciou que a Venezuela sabe da existência dos acampamentos guerrilheiros, alguns dos quais estão em seu território há muito tempo, sem oposição. De fato, algumas vezes a Guarda Nacional Venezuelana confraterniza com os rebeldes, disse Hoyos.
Com esta informação, a reação de Chávez à incursão colombiana no Equador em 2008, parece lógica. Bogotá justificou a operação porque os pedidos a Quito para perseguir os gurrilheiros em seu território, foram ignorados. Agora temos razão para acreditar que Chávez seria o próximo.
Mas Uribe lançou uma ofensiva diferente. Reuniu dados de inteligência sobre a presença das Farc na Venezuela e os lançou como uma bomba, sobre o Conselho Permanente da OEA.
Os fatos não são novos. Há anos a Colômbia se queixa, com provas suficientes, sobre o tratamento amável que a Venezuela da aos guerrilheiros das Farc. Mas apresentando as evidências do modo como fez, Uribe colocou Chávez no meio do furacão. Mais ainda, colocou o problema envolvendo os seguidores de Chávez no hemisfério.
Hoyos revelou à OEA que a Venezuela abriga cerca de 1.500 guerrilheiros em mais de 75 acampamentos. Alí eles se reagrupam depois dos ataques, se organizam, treinam e preparam explosivos. As condições deste refúgio facilitam sequestros e tráfico de drogas em ambos os lados da fronteira. E mais mortes na Colômbia. Imágens cruéis das vítimas dos guerrilheiros apareceram na tela enquanto o diplomata falava.
Hoyos não pediu sanções contra a Venezuela. Pediu que uma comissão internacional verificasse, no terreno, as denúncias da Colômbia. Prometeu que seu governo pode fornecer as "coordenadas exatas" de chácaras e fazendas onde os guerrilheiros se escondem. Argumentou: "Se lá existe apenas uma escolinha e humildes camponeses, não há problema para uma comissão internacional verificar a correção da denúncia colombiana, não é verdade?"
Isto é razoável. Mas, antes mesmo do fim da reunião da OEA, Chávez, incapaz de conter a frustração de ser envergonhado por Uribe na arena política, rompeu relações diplomáticas com a vizinha Colômbia. Disse que era o mais indicado para manater a "dignidade".
É uma tristeza para os venezuelanos, que qualquer resquício de dignidade de seu governo tenha desaparecido há muito tempo. A copiosa documentação revelada pela Colombia, foi a última humilhação sobre a credibilidade de Chávez no cenário global.
Apesar do incômodo, os chavistas e seus aliados já esperavam algo assim. Na Quarta Feira, o embaixador do Equador na OEA, que ocupava a presidência rotativa do Coselho Permanente, renunciou. Disse que o fazia porque não podia cumprir a ordem de seu governo para bloquear a apresentação da denúncia da Colombia.
O ministro de relações exteriores, Ricardo Patiño, íntimo aliado da Venezuela, que aparentemente não está familiarizado com as normas institucionais, passou a Sexta Feira atacando o Secretário Geral da OEA, José Migual Insulza, por permitir que a Colombia usasse seu direito de apresentar o caso diante da OEA.
O Departamento de Estado dos EUA, declarou que a decisão de Chávez romper relações com a Colômbia era petulante e que apoiaria a proposta da Colombia. Isto abre a possibilidade de que se forme um comitê de verificação na OEA. E também explica porque o Equador e a Argentina defendem que o caso seja levado para a Unasul, um foro sulamericano onde Uribe será superado pelo número de tiranos esquerdistas.
A Colombia tem outras opções, como solicitar ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, que invoque a resolução 1373, que proibe seus membros de dar refúgio a terroristas. Na semana passada o promotor geral da Colombia sugeriu que o assunto poderia ser levado à Corte Internacional de Haia.
Os seguidores de Chávez fingem estar preocupados com uma possível guerra. Mas, se a Venezuela oferece refúgio às Farc, já cometeu uma agressão contra seu vizinho. Esta é uma verdade inconveniente e difícil de escapar.
Fonte: "El Diário Exterior", 28/07/2010
Tradução: A. Montenegro
Mary Anastasia O'Gradyé Articulista de América Latina do Wall Street Journal
Carta de Alejandro Peña Esclusa ao candidato José Serra
Alejandro Peña Esclusa | 28 Julho 2010
O prisioneiro político Alejandro Peña Esclusa dá uma alerta a José Serra, relembrando atitudes de Lula que confirmam a aliança PT-Farc. Nivaldo Cordeiro, em vídeo, destaca que o PSDB deve abandonar sua histórica pusilanimidade em relação ao PT, ao MST, e à ascensão ao poder político do narcoterror na América Latina.
Senhor,
Dr. José Serra
Candidato à Presidência
República Federativa do Brasil.
Tenho o prazer de dirigir-me ao senhor, na oportunidade de respaldar plenamente suas recentes declarações públicas a respeito dos vínculos do Partido dos Trabalhadores (PT) e de Hugo Chávez com as FARC.
O PT é o fundador e principal promotor do Foro de São Paulo (FSP), organização à qual pertencem as FARC desde o primeiro dia de sua criação, em julho de 1990, enquanto que Chávez inscreveu-se cinco anos mais tarde, em maio de 1995.
Embora o Secretário Geral do Foro de São Paulo, Valter Pomar, se empenhe em negá-lo, lhe asseguro que as FARC continuam pertencendo ao FSP até o dia de hoje. Sobre isso, há abundantes provas públicas.
Desejo chamar sua atenção sobre as declarações dadas pelo presidente Lula, líder máximo do PT, no passado 29 de abril de 2009 (http://g1.globo.com/Noticias/
Quanto a Chávez, o senhor tem razão quando afirma que "até as árvores sabem" de seus nexos com as FARC. O próprio Chávez os tornou públicos quando pediu um minuto de silêncio pela morte de "Raúl Reyes", e ao permitir a presença na Venezuela de estátuas de Manuel Marulanda "Tirofijo".
As denúncias do governo colombiano na recente Sessão Extraordinária da OEA, sobre a presença de acampamentos das FARC na Venezuela, só vieram reconfirmar o que "até as árvores" já sabiam.
Desde 1995 venho denunciando os vínculos de Chávez com a guerrilha colombiana. O acusei penalmente por isso e apresentei provas sobre o tema em cenários internacionais, inclusive no Brasil.
Queria convidá-lo a aprofundar seus conhecimentos sobre o Foro de São Paulo. Estou certo de que lhe será de grande utilidade não só em sua campanha, mas na segurança e defesa de sua pátria.
Despeço-me desejando-lhe o melhor dos êxitos em seus projetos.
Muito atenciosamente,
Alejandro Peña Esclusa
Presidente de UnoAmérica
Autor do livro "O Foro de São Paulo, uma ameaça continental"
Prisioneiro político
.
Carta de Alejandro Peña Esclusa ao candidato José Serra
Alejandro Peña Esclusa | 28 Julho 2010
O prisioneiro político Alejandro Peña Esclusa dá uma alerta a José Serra, relembrando atitudes de Lula que confirmam a aliança PT-Farc. Nivaldo Cordeiro, em vídeo, destaca que o PSDB deve abandonar sua histórica pusilanimidade em relação ao PT, ao MST, e à ascensão ao poder político do narcoterror na América Latina.
Senhor,
Dr. José Serra
Candidato à Presidência
República Federativa do Brasil.
Tenho o prazer de dirigir-me ao senhor, na oportunidade de respaldar plenamente suas recentes declarações públicas a respeito dos vínculos do Partido dos Trabalhadores (PT) e de Hugo Chávez com as FARC.
O PT é o fundador e principal promotor do Foro de São Paulo (FSP), organização à qual pertencem as FARC desde o primeiro dia de sua criação, em julho de 1990, enquanto que Chávez inscreveu-se cinco anos mais tarde, em maio de 1995.
Embora o Secretário Geral do Foro de São Paulo, Valter Pomar, se empenhe em negá-lo, lhe asseguro que as FARC continuam pertencendo ao FSP até o dia de hoje. Sobre isso, há abundantes provas públicas.
Desejo chamar sua atenção sobre as declarações dadas pelo presidente Lula, líder máximo do PT, no passado 29 de abril de 2009 (http://g1.globo.com/Noticias/
Quanto a Chávez, o senhor tem razão quando afirma que "até as árvores sabem" de seus nexos com as FARC. O próprio Chávez os tornou públicos quando pediu um minuto de silêncio pela morte de "Raúl Reyes", e ao permitir a presença na Venezuela de estátuas de Manuel Marulanda "Tirofijo".
As denúncias do governo colombiano na recente Sessão Extraordinária da OEA, sobre a presença de acampamentos das FARC na Venezuela, só vieram reconfirmar o que "até as árvores" já sabiam.
Desde 1995 venho denunciando os vínculos de Chávez com a guerrilha colombiana. O acusei penalmente por isso e apresentei provas sobre o tema em cenários internacionais, inclusive no Brasil.
Queria convidá-lo a aprofundar seus conhecimentos sobre o Foro de São Paulo. Estou certo de que lhe será de grande utilidade não só em sua campanha, mas na segurança e defesa de sua pátria.
Despeço-me desejando-lhe o melhor dos êxitos em seus projetos.
Muito atenciosamente,
Alejandro Peña Esclusa
Presidente de UnoAmérica
Autor do livro "O Foro de São Paulo, uma ameaça continental"
Prisioneiro político
.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Manifesto à Nação
Manifesto à Nação XLV
O art. 334, do Código de Processo Civil estatui:
“Art. 334. Não dependem de prova os fatos:
I – notórios
II – afirmados por uma parte e confessados pela parte contrária;
III – admitidos, no processo, com incontroversos;
IV – em cujo favor milita presunção legal de existência o de veracidade.
A norma é de direito processual e não de direito eleitoral.
Todavia, aplica-se subsidiariamente no caso das declarações do deputado Índio da Costa, vice de José Serra à presidência da República.
Asseverou Índio da Costa que o PT tem ligações com a Farc e que Dilma Rousseff, quando ministra da Casa Civil contratou a esposa de Olivério Medina para trabalhar no Ministério da Pesca.
Ora, Olivério Medina é notório representante das Farcs – embaixador informal da guerrilha e fazia ligação com José Dirceu, Gilberto Carvalho, Celso Amorim, Marco Aurélio Garcia e Paulo Vannuchi.
Olivério é o mesmo do churrasco em Brasília e suposto doador de fundos provenientes das Farcs para a campanha do presidente Lulla e, embora ligado com a narcoguerrilha, recebeu asilo político no Brasil e sua mulher emprego público.
Vale notar que o Foro São Paulo teve entre seus fundadores o presidente Lulla, Fidel Castro e as Farc que dele se afastaram após a eleição de Lulla para não prejudicar o companheiro presidente.
Também é fato notório que Lulla deixou se fotografar com um colar de folhas de coca, o que, por si só, é proselitismo do uso de drogas.
Coincidentemente o consumo de coca explodiu no Brasil, inobstante os esforços da policia federal para contê-lo.
A conseqüência é óbvia, o Comando Vermelho e o PCC são os grandes clientes das Farcs. (vide depoimento de Fernadinho Beira Mar), trocando entorpecente por armas para implantar na Colômbia, pelas armas, o marxismo do século XXI.
Como se vê, não houve baixaria no nível da campanha eleitoral, mas baixaria na conduta do PT e de sua candidata, bem como do seu estamento.
O apóio do PT, Lulla e Dilma a Evo Morales, no episódio do confisco da refinaria da Petrobrás e concessão de verbas para construção de estrada na Bolívia (apelidada de transcocaleira); o apóio do Brasil à Venezuela de Hugo Chaves, que abriga em seu território guerrilheiros das Farcs; o apóio à ilha cárcere – Cuba -, injuriando os presos políticos ao chamá-los de bandidos comuns; o apóio à ditadura sanguinária do Irã, tudo isto dá a perfil moral do PT e de sua candidata, contumaz violadora da Lei Eleitoral.
Faltou dizer que a teimosia do Governo Federal em negar a extradição do terrorista italiano e dar asilo político a Olivério, demonstra a proximidade do PT, de sua candidata e do presidente Lulla com as Farcs.
E torna fato público e notório que esse malsinado grupo, vide a nossa política externa, entrou em entendimento com país estrangeiro e com organização narco-guerrilheira nele existente, capaz de gerar conflito de caráter internacional entre o Brasil e qualquer outro país, ou para lhes perturbar as relações diplomáticas.
Cabe, ainda, destacar que fotos comprovam que as Farcs têm acampamentos militares em território venezuelano, o que, “ipso fato”, revela a ligação entre Hugo Chaves e o grupo narco- guerrilheiro.
O encontro pela Polícia Federal de bases das Farcs na Amazônia, a exemplo das encontradas no Equador é tentativa de submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania estrangeira.
Logo, há violação pelos lideres do PT aos art. 141 e 142, do Código Penal Militar.
Valem mais no Brasil, dominado pelo PT & Cia., as versões do que os fatos, que o Nobre Deputado Índio Costa denunciou, embora se trate de fatos públicos e notórios e que, portanto, independem provas.
Mas, num país que está triste por ser a oitava nação do mundo em futebol e não se envergonha em ser a octogésima quinta em educação, demonstrada está, nitidamente, a inversão de valores que aqui impera.
A classificação do Brasil no ranque cultural, auxiliada pela Bolsa Família explica a popularidade do Lulla e do PT nas classes mais pobres, enquanto os escândalos políticos financeiros a justificam nas classes venais.
E esses altos índices de aprovação do presidente e seu partido cooptam os interesseiros e atemorizam os que têm o dever legal mantê-lo obediente à Lei.
Convém, pois, para o assalto ao poder, manter a ignorância e a corrupção.
Como se vê, tudo quanto disse o Deputado Índio da Costa são fatos públicos e notórios e, por força de lei, independem de prova.
Vinícius Ferreira Paulino
Mestre Maçom - Membro da Loja “Minerva Paulista”
Marco Antonio Lacava
Mestre Maçom - Membro da Loja “Minerva Paulista”
.
Manifesto à Nação
Manifesto à Nação XLV
O art. 334, do Código de Processo Civil estatui:
“Art. 334. Não dependem de prova os fatos:
I – notórios
II – afirmados por uma parte e confessados pela parte contrária;
III – admitidos, no processo, com incontroversos;
IV – em cujo favor milita presunção legal de existência o de veracidade.
A norma é de direito processual e não de direito eleitoral.
Todavia, aplica-se subsidiariamente no caso das declarações do deputado Índio da Costa, vice de José Serra à presidência da República.
Asseverou Índio da Costa que o PT tem ligações com a Farc e que Dilma Rousseff, quando ministra da Casa Civil contratou a esposa de Olivério Medina para trabalhar no Ministério da Pesca.
Ora, Olivério Medina é notório representante das Farcs – embaixador informal da guerrilha e fazia ligação com José Dirceu, Gilberto Carvalho, Celso Amorim, Marco Aurélio Garcia e Paulo Vannuchi.
Olivério é o mesmo do churrasco em Brasília e suposto doador de fundos provenientes das Farcs para a campanha do presidente Lulla e, embora ligado com a narcoguerrilha, recebeu asilo político no Brasil e sua mulher emprego público.
Vale notar que o Foro São Paulo teve entre seus fundadores o presidente Lulla, Fidel Castro e as Farc que dele se afastaram após a eleição de Lulla para não prejudicar o companheiro presidente.
Também é fato notório que Lulla deixou se fotografar com um colar de folhas de coca, o que, por si só, é proselitismo do uso de drogas.
Coincidentemente o consumo de coca explodiu no Brasil, inobstante os esforços da policia federal para contê-lo.
A conseqüência é óbvia, o Comando Vermelho e o PCC são os grandes clientes das Farcs. (vide depoimento de Fernadinho Beira Mar), trocando entorpecente por armas para implantar na Colômbia, pelas armas, o marxismo do século XXI.
Como se vê, não houve baixaria no nível da campanha eleitoral, mas baixaria na conduta do PT e de sua candidata, bem como do seu estamento.
O apóio do PT, Lulla e Dilma a Evo Morales, no episódio do confisco da refinaria da Petrobrás e concessão de verbas para construção de estrada na Bolívia (apelidada de transcocaleira); o apóio do Brasil à Venezuela de Hugo Chaves, que abriga em seu território guerrilheiros das Farcs; o apóio à ilha cárcere – Cuba -, injuriando os presos políticos ao chamá-los de bandidos comuns; o apóio à ditadura sanguinária do Irã, tudo isto dá a perfil moral do PT e de sua candidata, contumaz violadora da Lei Eleitoral.
Faltou dizer que a teimosia do Governo Federal em negar a extradição do terrorista italiano e dar asilo político a Olivério, demonstra a proximidade do PT, de sua candidata e do presidente Lulla com as Farcs.
E torna fato público e notório que esse malsinado grupo, vide a nossa política externa, entrou em entendimento com país estrangeiro e com organização narco-guerrilheira nele existente, capaz de gerar conflito de caráter internacional entre o Brasil e qualquer outro país, ou para lhes perturbar as relações diplomáticas.
Cabe, ainda, destacar que fotos comprovam que as Farcs têm acampamentos militares em território venezuelano, o que, “ipso fato”, revela a ligação entre Hugo Chaves e o grupo narco- guerrilheiro.
O encontro pela Polícia Federal de bases das Farcs na Amazônia, a exemplo das encontradas no Equador é tentativa de submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania estrangeira.
Logo, há violação pelos lideres do PT aos art. 141 e 142, do Código Penal Militar.
Valem mais no Brasil, dominado pelo PT & Cia., as versões do que os fatos, que o Nobre Deputado Índio Costa denunciou, embora se trate de fatos públicos e notórios e que, portanto, independem provas.
Mas, num país que está triste por ser a oitava nação do mundo em futebol e não se envergonha em ser a octogésima quinta em educação, demonstrada está, nitidamente, a inversão de valores que aqui impera.
A classificação do Brasil no ranque cultural, auxiliada pela Bolsa Família explica a popularidade do Lulla e do PT nas classes mais pobres, enquanto os escândalos políticos financeiros a justificam nas classes venais.
E esses altos índices de aprovação do presidente e seu partido cooptam os interesseiros e atemorizam os que têm o dever legal mantê-lo obediente à Lei.
Convém, pois, para o assalto ao poder, manter a ignorância e a corrupção.
Como se vê, tudo quanto disse o Deputado Índio da Costa são fatos públicos e notórios e, por força de lei, independem de prova.
Vinícius Ferreira Paulino
Mestre Maçom - Membro da Loja “Minerva Paulista”
Marco Antonio Lacava
Mestre Maçom - Membro da Loja “Minerva Paulista”
.
terça-feira, 20 de julho de 2010
ENTÃO EU TAMBÉM VOU FALAR DO PT E DAS FARC, PRONTO!
A declaração do deputado Índio da Costa deixou a bugrada da política brasileira bastante excitada. E a bugrada do jornalismo também. Todas se converteram em freiras pudicas a bradar seus “ais” e seus “uis” com medo do… PT! Na sexta-feira, Lula acusou o governo de São Paulo de sabotar convênios com o PAC —o que é mentira! As freirinhas, inclusive as da oposição, ficaram quietas. Acham que isso não é grave. Bem, os links da despedida, reitero, são estes. E eu vou entrar no bafafá. Com muito gosto.
O bafafá
O que é estar “ligado” às Farc? Bem, depende, evidentemente, do que se considera “ligado”. Fazer de conta que PT e Farc são como água e óleo, por exemplo, com moléculas que não se comunicam, ah, isso é falso. Falsíssimo!
1 - O PT é um dos fundadores do Foro de São Paulo, entidade da qual as Farc faziam parte. Oficialmente, deixaram a entidade — “deixaram”, não foram expulsas. Quando estavam lá, já seqüestravam, já matavam, já mantinham campos de concentração na floresta. Sob o mesmo teto de Lula, o chefão do grupo, e de Fidel Castro, o outro chefão! Isso é estar ligado? O PT não vai me processar por isso. Não vai porque eu falo a verdade. É uma ligação?
2- Em 2005, petistas mantiveram em Brasília uma reunião com representantes das Farc. Um agente da Abin disse que a organização prometeu US$ 5 milhões ao partido. Não há comprovação de que o dinheiro tenha sido entregue. Mas a reunião aconteceu. E o PT, de novo, não vai me processar porque isso é um fato. É ligação?
3 - Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, requisitou a mulher de Olivério Medina, representante das Farc no Brasil, para trabalhar no Ministério da Pesca em Brasília. Vai ver para catar lambari no Lago Paranoá. Num e-mail, Medina comunica o fato ao terrorista Raúl Reys (aquele pançudo que foi morto no Equador) e deixa claro que a contratação faz parte de uma operação para proteger aquela que chama “Mona” (apelido da patroa). O PT não vai me processar por isso porque o requerimento assinado por Dilma existe e porque o e-mail de Medina a Reyes existe. É uma ligação?
Assim escreveu o “marido da Mona” para o terrorista Reyes sobre a contratação:
Na segunda-feira, dia 15, a “Mona” começou em seu novo emprego e para garanti-la ou impedir que a direita em algum momento a hostilize, a colocaram na Secretaria da Pesca, trabalhando no que chamam aqui de cargo de confiança ligado à Presidência da República.
Tá bom. Publico abaixo o documento assinado por Dilma requisitando a mulher de Medina, uma grande especialista em… pesca!
- Reportagem do jornal El Tiempo, da Colômbia - integra aqui, demonstra que Medina continua ligado aos terroristas. Na verdade, é um dos chefões de uma organização que tem 400 núcleos espalhados pelo mundo. No Brasil, segundo o El Tiempo, ele responde pela troca de drogas por armas. E sua mulher, não obstante, foi requisitada pessoalmente por Dilma para trabalhar em Brasília. O PT não vai me processar por isso porque a reportagem, com fartura de dados, existe. Isso é uma ligação?
- A Revista Cambio, da Colombia, publicou uma série de e-mails que estavam no computador do terrorista Raul Reyes, morto por forças colombianas no Equador, listando aqueles que seriam “os amigos” das Farc no Brasil, a saber: José Dirceu, Roberto Amaral, Gilberto Carvalho, Erika Kokay, Celso Amorim, Marco Aurélio Garcia, Perly Cipriano (da Secretaria de Direitos Humanos), Paulo Vannuchi e Selvino Heck, assessor de Lula. A integra da reportagem da revista colombiana está aqui. Carvalho, chefe de gabinete de Lula, chegou a se manifestar. Disse ter intercedido em favor de Medina quando estava preso por motivos humanitários. Marco Aurélio afirmou que os e-mails eram uma armação. A Interpol o desmentiu: são verdadeiros. O PT não vai me processar por isso porque os e-mails existem, e a reportagem existe. Não vai também porque o presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, forneceu os documentos a Lula. Não aconteceu nada.
No e-mail, datado de 29 de julho de 2005, por exemplo, Medina escrevia para o chefão do terror: “Os amigos daqui [do Brasil] me advertiram que deveria ficar atento, pois há uma comissão da Procuradoria que tem uma ordem de captura”. Em seguida, Medina diz que esses amigos lhe asseguraram que não deveria se preocupar porque “a cúpula do governo com apoio de Celso Amorim estavam a par. Eles não apoiariam uma captura por crimes políticos”. Isso é uma ligação?
Em entrevista histórica ao jornal Le Figaro, Marco Aurélio Garcia, aquele que aparece como amigo das Farc na revista Cambio, afirma que o Brasil é neutro sobre o caráter terrorista das Farc. Marco Aurélio acha que um grupo que seqüestra, degola, assalta, faz tráfico de droga não pode ser considerado ainda terrorista. A entrevista está neste link: ESCÂNDALO! ESCÁRNIO! ESTUPIDEZ! É TOP TOP GARCIA NA ÁREA. E vocês certamente se lembram da imagem inesquecível deste senhor, com o seu chapéu Panamá, se embrenhando na selva, numa operação liderada pela turma de Chávez, para libertar reféns, numa operação NEGOCIADA com as Farc, que não tinha o endosso do governo colombiano. O PT não vai me processar por isso também. Porque isso também é um fato.
Encerro
Não sou político, não pertenço a partido nenhum e não preciso dançar o minueto com o PT. Se Lula pode subir num palanque em Diadema e MENTIR que o governo de São Paulo cria dificuldades para as obras do PAC dentro do Estado, acho que posso falar a verdade sobre este binômio “PT-Farc”. A reação petista tem muito de cálculo. Segundo li, está mais interessado em desqualificar o deputado Índio da Costa, com a ajuda das franjas petistas ou filopetistas da imprensa, do que em negar propriamente a ligação com as Farc. Usa a entrevista do outro como uma janela de oportunidades.
O PT gosta de democracia? Não gosta! E a VEJA fez muito bem em estampar na capa, na edição passada, o monstrengo do autoritarismo. Ou aquele programa do “rubriquei, mas não traguei” não era mais uma iniciativa, entre tantas, para censurar a imprensa? O Brasil está mais democrático com o PT? Uma ova! Crescimento econômico e distribuição de renda podem se combinar bem com democracia, mas não são coisas sinônimas. Um governo que viola o sigilo bancário de um caseiro e o sigilo fiscal de um dirigente da oposição não está mais democrático, mas menos. Já expliquei aqui por quê. Confundir melhoria das condições de vida com mais democracia é coisa que agrada a ditadores. Ou o Brasil do ciclo militar foi mais democrático do que o país que o antecedeu?
Se o PT não quer ser confundido com um partido da desordem, que, então, não se confunda com ele. Ademais, as Farc não são o único grupo terrorista com o qual a legenda já flertou. Lula já manifestou o interesse em bater um papinho com o Hamas. E é hoje o grande aliado de Ahmadinejad, que financia o terror em três outros países.
Entendo que o PT, os petistas e os jornalistas isentos estejam bravos. Mas não dá pra turma posar de vestal indignada a esta altura do campeonato. Se o PSDB e até o DEM ficam com receio de chamar as coisas pelo nome, eu não fico. Com os devidos links para o divertimento dos meus leitores.
Pronto, queridos! Agora deixem o Tio Rei curtir o seu calor, enquanto vocês amargam esse frio desgraçado do aquecimento global…
Sejam contidos nos comentários. A mediação está sendo feita por outra pessoa. Colaborem! Ah, sim: pesquisem na rede a infiltração das Farc na Amazônia brasileira.
ENTÃO EU TAMBÉM VOU FALAR DO PT E DAS FARC, PRONTO!
A declaração do deputado Índio da Costa deixou a bugrada da política brasileira bastante excitada. E a bugrada do jornalismo também. Todas se converteram em freiras pudicas a bradar seus “ais” e seus “uis” com medo do… PT! Na sexta-feira, Lula acusou o governo de São Paulo de sabotar convênios com o PAC —o que é mentira! As freirinhas, inclusive as da oposição, ficaram quietas. Acham que isso não é grave. Bem, os links da despedida, reitero, são estes. E eu vou entrar no bafafá. Com muito gosto.
O bafafá
O que é estar “ligado” às Farc? Bem, depende, evidentemente, do que se considera “ligado”. Fazer de conta que PT e Farc são como água e óleo, por exemplo, com moléculas que não se comunicam, ah, isso é falso. Falsíssimo!
1 - O PT é um dos fundadores do Foro de São Paulo, entidade da qual as Farc faziam parte. Oficialmente, deixaram a entidade — “deixaram”, não foram expulsas. Quando estavam lá, já seqüestravam, já matavam, já mantinham campos de concentração na floresta. Sob o mesmo teto de Lula, o chefão do grupo, e de Fidel Castro, o outro chefão! Isso é estar ligado? O PT não vai me processar por isso. Não vai porque eu falo a verdade. É uma ligação?
2- Em 2005, petistas mantiveram em Brasília uma reunião com representantes das Farc. Um agente da Abin disse que a organização prometeu US$ 5 milhões ao partido. Não há comprovação de que o dinheiro tenha sido entregue. Mas a reunião aconteceu. E o PT, de novo, não vai me processar porque isso é um fato. É ligação?
3 - Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, requisitou a mulher de Olivério Medina, representante das Farc no Brasil, para trabalhar no Ministério da Pesca em Brasília. Vai ver para catar lambari no Lago Paranoá. Num e-mail, Medina comunica o fato ao terrorista Raúl Reys (aquele pançudo que foi morto no Equador) e deixa claro que a contratação faz parte de uma operação para proteger aquela que chama “Mona” (apelido da patroa). O PT não vai me processar por isso porque o requerimento assinado por Dilma existe e porque o e-mail de Medina a Reyes existe. É uma ligação?
Assim escreveu o “marido da Mona” para o terrorista Reyes sobre a contratação:
Na segunda-feira, dia 15, a “Mona” começou em seu novo emprego e para garanti-la ou impedir que a direita em algum momento a hostilize, a colocaram na Secretaria da Pesca, trabalhando no que chamam aqui de cargo de confiança ligado à Presidência da República.
Tá bom. Publico abaixo o documento assinado por Dilma requisitando a mulher de Medina, uma grande especialista em… pesca!
- Reportagem do jornal El Tiempo, da Colômbia - integra aqui, demonstra que Medina continua ligado aos terroristas. Na verdade, é um dos chefões de uma organização que tem 400 núcleos espalhados pelo mundo. No Brasil, segundo o El Tiempo, ele responde pela troca de drogas por armas. E sua mulher, não obstante, foi requisitada pessoalmente por Dilma para trabalhar em Brasília. O PT não vai me processar por isso porque a reportagem, com fartura de dados, existe. Isso é uma ligação?
- A Revista Cambio, da Colombia, publicou uma série de e-mails que estavam no computador do terrorista Raul Reyes, morto por forças colombianas no Equador, listando aqueles que seriam “os amigos” das Farc no Brasil, a saber: José Dirceu, Roberto Amaral, Gilberto Carvalho, Erika Kokay, Celso Amorim, Marco Aurélio Garcia, Perly Cipriano (da Secretaria de Direitos Humanos), Paulo Vannuchi e Selvino Heck, assessor de Lula. A integra da reportagem da revista colombiana está aqui. Carvalho, chefe de gabinete de Lula, chegou a se manifestar. Disse ter intercedido em favor de Medina quando estava preso por motivos humanitários. Marco Aurélio afirmou que os e-mails eram uma armação. A Interpol o desmentiu: são verdadeiros. O PT não vai me processar por isso porque os e-mails existem, e a reportagem existe. Não vai também porque o presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, forneceu os documentos a Lula. Não aconteceu nada.
No e-mail, datado de 29 de julho de 2005, por exemplo, Medina escrevia para o chefão do terror: “Os amigos daqui [do Brasil] me advertiram que deveria ficar atento, pois há uma comissão da Procuradoria que tem uma ordem de captura”. Em seguida, Medina diz que esses amigos lhe asseguraram que não deveria se preocupar porque “a cúpula do governo com apoio de Celso Amorim estavam a par. Eles não apoiariam uma captura por crimes políticos”. Isso é uma ligação?
Em entrevista histórica ao jornal Le Figaro, Marco Aurélio Garcia, aquele que aparece como amigo das Farc na revista Cambio, afirma que o Brasil é neutro sobre o caráter terrorista das Farc. Marco Aurélio acha que um grupo que seqüestra, degola, assalta, faz tráfico de droga não pode ser considerado ainda terrorista. A entrevista está neste link: ESCÂNDALO! ESCÁRNIO! ESTUPIDEZ! É TOP TOP GARCIA NA ÁREA. E vocês certamente se lembram da imagem inesquecível deste senhor, com o seu chapéu Panamá, se embrenhando na selva, numa operação liderada pela turma de Chávez, para libertar reféns, numa operação NEGOCIADA com as Farc, que não tinha o endosso do governo colombiano. O PT não vai me processar por isso também. Porque isso também é um fato.
Encerro
Não sou político, não pertenço a partido nenhum e não preciso dançar o minueto com o PT. Se Lula pode subir num palanque em Diadema e MENTIR que o governo de São Paulo cria dificuldades para as obras do PAC dentro do Estado, acho que posso falar a verdade sobre este binômio “PT-Farc”. A reação petista tem muito de cálculo. Segundo li, está mais interessado em desqualificar o deputado Índio da Costa, com a ajuda das franjas petistas ou filopetistas da imprensa, do que em negar propriamente a ligação com as Farc. Usa a entrevista do outro como uma janela de oportunidades.
O PT gosta de democracia? Não gosta! E a VEJA fez muito bem em estampar na capa, na edição passada, o monstrengo do autoritarismo. Ou aquele programa do “rubriquei, mas não traguei” não era mais uma iniciativa, entre tantas, para censurar a imprensa? O Brasil está mais democrático com o PT? Uma ova! Crescimento econômico e distribuição de renda podem se combinar bem com democracia, mas não são coisas sinônimas. Um governo que viola o sigilo bancário de um caseiro e o sigilo fiscal de um dirigente da oposição não está mais democrático, mas menos. Já expliquei aqui por quê. Confundir melhoria das condições de vida com mais democracia é coisa que agrada a ditadores. Ou o Brasil do ciclo militar foi mais democrático do que o país que o antecedeu?
Se o PT não quer ser confundido com um partido da desordem, que, então, não se confunda com ele. Ademais, as Farc não são o único grupo terrorista com o qual a legenda já flertou. Lula já manifestou o interesse em bater um papinho com o Hamas. E é hoje o grande aliado de Ahmadinejad, que financia o terror em três outros países.
Entendo que o PT, os petistas e os jornalistas isentos estejam bravos. Mas não dá pra turma posar de vestal indignada a esta altura do campeonato. Se o PSDB e até o DEM ficam com receio de chamar as coisas pelo nome, eu não fico. Com os devidos links para o divertimento dos meus leitores.
Pronto, queridos! Agora deixem o Tio Rei curtir o seu calor, enquanto vocês amargam esse frio desgraçado do aquecimento global…
Sejam contidos nos comentários. A mediação está sendo feita por outra pessoa. Colaborem! Ah, sim: pesquisem na rede a infiltração das Farc na Amazônia brasileira.
domingo, 18 de julho de 2010
Petição pela libertação de Alejandro Peña Esclusa

O presidente da Força Solidaria e da UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, foi vítima de detenção ilegal em sua casa. Uma comissão do SEBIN, a polícia política do governo venezuelano, formadas por não menos do que treze pessoas, apareceu no apartamento, no qual estavam também suas três filhas - todas menores - e sua esposa Indira. O funcionário do ministério público que comandava a operação não permitiu a participação de outras testemunhas além dos dois homens que eles mesmos haviam trazido. Não se sabe se estes dois cidadãos foram chamados aleatoriamente ou não, quando passavam pela rua para servirem de testemunhas. Os policiais não permitiram que o advogado da família, que acabou conseguindo chegar à porta do apartamento de Esclusa enquanto a ação da polícia ainda estava em andamento, entrasse para observar a legalidade da operação e o estado físico de Esclusa e de suas três filhas. Enquanto a família era obrigada a permanecer quietas, ao lado das testemunhas, os policiais se inflitravam por toda a casa, supostamente fazendo buscas, sem a vigilância de ninguém. Assim, acabaram sendo plantados explosivos dentro da gaveta da escrivaninha da filha de oito anos de Esclusa. É óbvio que se trata de uma prisão por motivos políticos, baseada em provas plantadas. Mas os homens como Peña Esclusa já não são tão poucos assim na Venezuela. Neste momento, comissários das polícias metropolitanas, o juiz Afiuni, Franklin Brito e muitos outros prisioneiros políticos podem estar certos de que Deus os colocou nesta missão para libertar a Venezuela de tantas maldades e que os ideais de amor, de paz e de liberdade logo florescerão com uma grande vitória. Quer saber porque Chávez persegue Peña Esclusa e que silenciá-lo? Assista ao seguinte vídeo:
.
Petição pela libertação de Alejandro Peña Esclusa

O presidente da Força Solidaria e da UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, foi vítima de detenção ilegal em sua casa. Uma comissão do SEBIN, a polícia política do governo venezuelano, formadas por não menos do que treze pessoas, apareceu no apartamento, no qual estavam também suas três filhas - todas menores - e sua esposa Indira. O funcionário do ministério público que comandava a operação não permitiu a participação de outras testemunhas além dos dois homens que eles mesmos haviam trazido. Não se sabe se estes dois cidadãos foram chamados aleatoriamente ou não, quando passavam pela rua para servirem de testemunhas. Os policiais não permitiram que o advogado da família, que acabou conseguindo chegar à porta do apartamento de Esclusa enquanto a ação da polícia ainda estava em andamento, entrasse para observar a legalidade da operação e o estado físico de Esclusa e de suas três filhas. Enquanto a família era obrigada a permanecer quietas, ao lado das testemunhas, os policiais se inflitravam por toda a casa, supostamente fazendo buscas, sem a vigilância de ninguém. Assim, acabaram sendo plantados explosivos dentro da gaveta da escrivaninha da filha de oito anos de Esclusa. É óbvio que se trata de uma prisão por motivos políticos, baseada em provas plantadas. Mas os homens como Peña Esclusa já não são tão poucos assim na Venezuela. Neste momento, comissários das polícias metropolitanas, o juiz Afiuni, Franklin Brito e muitos outros prisioneiros políticos podem estar certos de que Deus os colocou nesta missão para libertar a Venezuela de tantas maldades e que os ideais de amor, de paz e de liberdade logo florescerão com uma grande vitória. Quer saber porque Chávez persegue Peña Esclusa e que silenciá-lo? Assista ao seguinte vídeo:
.